Petróleo e combustíveis

Nesse tópico também falamos sobre a Petrobras e sobre gasolina e outros combustíveis

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Chapolin Comunista
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Re: Petrobras

Mensagem por Chapolin Comunista » 12 Mar 2020, 18:27

Desmonte na Petrobras
Refinaria Ladulpho Alves/Mataripe encolhe parque de refino baiano
Unidade 6 da refinaria Ladulpho Alves desativada na Bahia. Processava-se 302.403 barris derivados, agora apenas 204.388.


Há dias foi a Fafen no Paraná, agora a Refinaria Landulpho-Alves (RLAM), na Bahia. Localizada na cidade de São Francisco do Conde, região metropolitana de Salvador, a primeira refinaria do Sistema Petrobras, inaugurada em 1950, é a segunda maior refinaria do país em capacidade de processamento, é um dos oito ativos na área do refino colocados à venda pela direção da estatal.

A Petrobras tem colocado em andamento medidas visando fechar a unidade de craqueamento, a U-6, que produz, entre outros derivados, gasolina e gás liquefeito de petróleo (GLP). “Essa movimentação da direção da estatal está em contradição com o que a empresa afirma à sociedade”, de que a produção de derivados na Bahia não seria afetada com a venda da RLAM. Ao que tudo indica, a venda trará o encolhimento da capacidade de refino da Refinaria Ladulpho Alves-Mataripe, alerta o diretor do Sindipetro Bahia e funcionário da RLAM, Attila Barbosa, segundo informações obtidas pelo Sindipetro através do CEPPETRO-NEC-UFBA,

A U-6 completou 60 anos de produção em fevereiro. Produz, com baixo custo operacional, a melhor gasolina do país. Inclusive, a utilizada na Fórmula 1.

Em 2014, no auge da sua produção, a Unidade alcançava uma lucratividade de cerca de R$ 800 mil por dia. Uma unidade altamente rentável. Estratégica.

A nova política do governo golpista, parece querer, não o alto lucro, em benefício do país. Exporta o petróleo cru, com reduzido valor agregado, e importa derivados dolarizados, com preços em paridade internacional, com maior valor agregado. Prejuízo para o país, festa para refinarias do império americano.

O fechamento da U-6, é fato, reduzirá ainda mais a utilização da potência máxima de capacidade de refino. Menor rentabilidade. Significa forte redução do parque de refino da Bahia e queda na produção de derivados.

Atualmente, a RLAM tem uma capacidade de produzir 377.388 barris de derivados de petróleo por dia, sendo 67.776 barris de gasolina e 22.435 de GLP.

Nos últimos cinco anos, especialmente a partir do golpe, em 2016, Petrobras, de forma deliberada, tem reduzido progressivamente o fator de utilização da refinaria. A cada ano, um volume menor de derivados em relação à sua capacidade máxima.

Em 2014, a RLAM produziu 302.403 barris de derivados de petróleo, valor que caiu abruptamente até 2017, quando a produção chegou a 204.338 barris por dia. Nos últimos dois anos, a produção oscilou na faixa de 205 a 210 mil barris de derivados.

Em 2014, 80% da capacidade de utilização era colocada em prática, agora, após o golpe, em 2019, desabou para 55%, segundo dados da ANP.

Na produção do gás de cozinha, o tombo é monumental. A capacidade utilizada é ainda menor, apenas 45%. A produção de GLP,que era de 14.054 barris por dia em 2014 desabou para apenas 10.125 em 2019.

A capacidade de produzir GLP da RLAM é de 22.435 barris por dia. Poderia facilmente a Petrobras, nessa unidade da Bahia, mais que dobrar a produção de gás de cozinha. As consequências são óbvias, ao invés de botijão ser comprado a R$ 80, trabalhadores poderiam desembolsar apenas R$ 40, ou até R$ 35, como provaram os petroleiros, por ocasião da greve, e a esses reduzidos valores o bujão foi vendido.

A política do governo Bolsonaro é de liquidação da empresa. Só a mobilização dos trabalhadores será capaz de barrar a privatização de 9 das 13 refinarias. É hora de chamar a unidade com as outras categorias, particularmente as estatais. O patrão é o mesmo, é o governo da União.

Plenárias conjuntas, locais e nacionais. É fundamental o Fora Bolsonaro e todos os golpistas, como única forma de evitar o desmonte do país e o desemprego, como aconteceu, dia desses, com a Fafen no Paraná.
https://www.causaoperaria.org.br/refina ... no-baiano/
O Chapolin é um herói latino-americano lutando contra as forças imperialistas (Super Sam, Batman, Superman). Ele sempre foi vermelho.

Chaves é sobre a luta de classes. Burguesia (Seu Barriga, Nhonho), Pequeno-burguesia (Dona Florinda, Girafales, Quico) e Classe Operária (Chaves, Seu Madruga, Chiquinha).E você, de que lado está?


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Re: Petrobras

Mensagem por E.R » 13 Mar 2020, 15:18

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Re: Petróleo e combustíveis

Mensagem por E.R » 10 Abr 2020, 08:55

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Petróleo e combustíveis

Mensagem por E.R » 14 Jun 2020, 03:03

NOTÍCIAS
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Petróleo e combustíveis

Mensagem por E.R » 22 Jul 2020, 07:32

NOTÍCIAS
https://olhardigital.com.br/carros-e-te ... sto/103751

A gasolina vendida no Brasil deverá receber um aumento nos preços a partir do dia 3 de agosto.

O principal fator que sofrerá mudanças no combustível é a octanagem, isto é, sua capacidade de resistir à queima dentro do motor, e, consequentemente seu rendimento.

O índice de octanagem da gasolina comum passará de 87 a 91, o que representa uma redução de 4% a 6% no consumo a cada quilômetro rodado.

O maior rendimento do combustível fará com que o veículo fique rodando mais quilômetros por litro e que o consumidor vai levar mais tempo até precisar abastecer o veículo novamente.
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Petróleo e combustíveis

Mensagem por Phoebe Buffay » 26 Set 2020, 21:53

Eu acho um absurdo a gente depender de países islâmicos para garantir o nosso abastecimento de petróleo, assim como acho um absurdo o mundo depender do petróleo. Tem de se construir ostensivamente usinas eólicas e nucleares, e potencializar um programa de subsídios para baratear a aquisição de painéis solares domésticos.

O que acha, @Barbano?
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Re: Petróleo e combustíveis

Mensagem por Barbano » 26 Set 2020, 21:59

Acho que o uso do petróleo pode até ser reduzido, mas ele ainda não é totalmente substituível. E, enquanto tiver matéria-prima, não vejo pq não usarmos.

É bom ter alternativas justamente para o mundo não ser tão dependente desses países.
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Petróleo e combustíveis

Mensagem por E.R » 19 Fev 2021, 19:59

NOTÍCIAS
https://economia.uol.com.br/noticias/re ... robras.htm

O governo federal confirmou hoje a escolha do general Joaquim Silva e Luna para substituir o atual presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco.
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Petróleo e combustíveis

Mensagem por Chapolin Comunista » 23 Fev 2021, 00:22

Ao defender os interesses de sua reeleição, Bolsonaro acabou se chocando com os interesses mais diretos da burguesia e da direita, o que abre uma crise dentro do bloco golpista


O anúncio da troca da presidência da Petrobras, de Castello Branco para o general Silva e Luna, feito pelo presidente golpista Jair Bolsonaro na última sexta-feira (19), provocou pânico no mercado financeiro, com as ações da empresa tendo queda de 8% e perda de R$ 28,2 bilhões em valor de mercado. Na imprensa burguesa, uma grande polêmica tomou forma na crítica a Bolsonaro, acusado de intervir na política de preços da empresa contra os interesses dos capitalistas. O fato é que o quarto aumento dos preços dos combustíveis em 2021 fez com que Bolsonaro, para evitar a greve dos caminhoneiros, que são parte de sua base social, entrasse em contradição com a política de preços da Petrobras inaugurada em 2016 com o governo golpista de Temer e seguida até então por seu governo.

A burguesia gostaria que Bolsonaro fizesse uma política de devastação total da economia e da maior estatal brasileira (a Petrobras), como ele fez até aqui. No entanto, a destruição das condições de vida da população, somada à continuidade dos aumentos dos combustíveis (o quarto apenas neste ano!) criou uma situação explosiva, em que a preparação da greve dos caminhoneiros voltou à ordem do dia. Temendo uma greve tal como a de 2018, onde os caminhoneiros pararam o País e quase derrubaram o governo Temer, Bolsonaro procurou um acordo com a categoria, prometendo que não haveriam novos aumentos.

Por isso, diante de um novo aumento anunciado, o presidente ilegítimo se viu na necessidade de intervir, sob o risco de perder ainda mais apoio de um setor importante. Bolsonaro está em plena corrida eleitoral para sua reeleição em 2022. Neste momento, brigar com os poucos setores populares que foram importantes na sua eleição em 2018, como os caminhoneiros, seria um suicídio político. Por isso, ele preferiu comprar briga com a direita tradicional, que representa os setores capitalistas estrangeiros, como os acionistas privados da Petrobras.

Desta forma, o programa neoliberal do golpe de Estado de 2016, que tem como objetivo destruir a economia nacional, vender todas as estatais, como a Petrobras etc, tornou-se contraditório com o interesse de Bolsonaro em ser candidato e se reeleger. Ou seja, o objetivo de se reeleger coloca o entreguista Bolsonaro em contradição com o entreguismo. Mas não é que Bolsonaro não seja entreguista.

Até o momento ele já privatizou sete subsidiárias de estatais, manobra que foi permitida pelo Supremo Tribunal Federal (STF), dado que a Constituição obriga os governos a terem autorização do Congresso para privatizar as estatais inteiras. É daí que Bolsonaro tem levado adiante a política de fatiar para privatizar, vendendo subsidiárias da Caixa Econômica Federal, dos Correios, da Eletrobras etc. No caso da Petrobras, ele entregou a BR Distribuidora, a parte da Petrobras no Gasbol (Gasoduto Brasil Bolívia) e está vendendo as refinarias (como a RLAM na Bahia) a preço de banana.

A presidência de Roberto Castello Branco à frente da Petrobras, que fora indicado pelo ministro da Economia de Bolsonaro, Paulo Guedes, beneficiava os acionistas privados da Petrobras, foi desastrosa para a companhia em médio e longo prazos, como denuncia a Federação Única dos Petroleiros (FUP).

Castello Branco foi responsável por vender ativos importantes para o negócio da Petrobras, como a BR Distribuidora, a Liquigás, campos de petróleo e gás natural, transportadoras de gás natural, como a TAG, termelétricas e usinas eólicas. O objetivo dessa gestão de Castello Branco era transformar a maior empresa do Brasil numa mera produtora e exportadora de petróleo, destruindo seu grande potencial, seu valor no longo prazo e seu papel como motor da economia nacional.

O mais recente desastre provocado pela política entreguista do governo Bolsonaro e da gestão Castello Branco foi a venda da Refinaria Landulpho Alves (RLAM), na Bahia, a Segunda\ maior do País, para o Fundo Mubadala, de Abu Dhabi, anunciada no início do mês. A venda faz parte do programa de “desinvestimento” da empresa, um eufemismo para privatização ou entrega total, que faz com que a Petrobras abra mão da sua liderança no refino brasileiro sob o argumento de criação de uma concorrência, quando na verdade o que ocorrerá é a criação de um monopólio privado.

Outro detalhe é que essa operação renderá à Petrobras US$ 1,65 bilhão de dólares. No entanto, segundo cálculos do Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (Ineep) a planta vale entre US$ 3 bilhões e US$ 4 bilhões de dólares! O dado foi confirmado pelo banco BTG, que também afirmou que a RLAM foi vendida por um preço pelo menos 35% menor do que valeria.

Neste sentido, o que está em jogo é que ao defender os interesses de sua reeleição, Bolsonaro acabou se chocando com os interesses mais diretos da burguesia e da direita tradicional, o que abre uma crise dentro do bloco golpista, e a oportunidade dos trabalhadores intervirem para barrar a ofensiva da burguesia contra as estatais, como a Petrobras.


https://www.causaoperaria.org.br/petrob ... a-direita/
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Petróleo e combustíveis

Mensagem por Chapolin Comunista » Ontem, 01:51

O complô de toda a direita golpista para entregar o País ao imperialismo, está demonstrado na crise da Petrobras, a luta da esquerda não pode ser se aliar com os inimigos



Acrise na Petrobras com a troca de comando do entreguista, aliado direto do imperialismo, Roberto Castelo Branco, indicado também por Bolsonaro após as eleições de 2018, pelo general Joaquim Silva e Luna, atual diretor da Itaipu Binacional e ex-ministro de Michel Temer, como novo presidente da Petrobras fez a crise entre a direita aumentar a temperatura e esclarecer ainda mais o que os verdadeiros comunistas da luta contra o golpe sempre disseram. A substituição do banqueiro por um general, pode enfraquecer a política privatista.

A troca no comando da Petrobras reflete a luta internacional do imperialismo, que teve na eleição americana entre Biden e Trump, um capítulo importante do embate. No caso dos EUA, com o imperialismo se vendo obrigado a retirar ao menos momentaneamente suas cartas da extrema direita e guardá-la novamente, para um outro momento.

A crise brasileira com o preço dos combustíveis explodindo, com a gasolina chegando em muitos postos a R$6,00 o litro, fez Bolsonaro dar uma resposta dentro da sua política de tentar sua reeleição (procurando dar uma resposta a sua base eleitoral) e atacar e denunciar o ex presidente da Petrobras como o único responsável pelo preço dos combustíveis em alta. Essa saída de Bolsonaro colocando outro militar à frente da estatal, irritou toda a outra ala golpista do país, representada pelo setor mais pró imperialista, o PSDB e assim o governador de São Paulo, o também fascista João Doria (PSDB), criticou abertamente a indicação de Joaquim Silva e Luna como novo presidente para a Petrobras, enfatizando que trata-se de “um intervencionismo desnecessário e condenável na Petrobras”.

Segundo Doria, Bolsonaro se elegeu com discurso liberal e não intervencionista, reforçando que essa era também a postura do ministro da Economia, Paulo Guedes. “Mas foi só discurso. Na prática, o que ele [Bolsonaro] está fazendo são intervenções sucessivas na economia, no mercado e na principal estatal brasileira, que é a Petrobras”.

O governador paulista, em entrevista, acrescentou que a reação do mercado foi rápida, refletindo-se na queda das ações da estatal no Brasil e no exterior. Só na sexta-feira, a Petrobras perdeu R$ 28,2 bilhões em valor de mercado, um dia após o presidente se queixar do reajuste de combustíveis anunciado pela empresa e afirmar que “alguma coisa vai acontecer na Petrobras.” E no embate, dos de cima, Doria, seguindo FHC, colocou que: “Queda na credibilidade ainda maior do Brasil, porque diz respeito ao princípio básico que é seguir o mercado. Que as empresas cotadas em mercado sigam regras de mercado, e não regras populistas ou regras de interesse eleitoral ou de ordem política. Lamento muito que o presidente Bolsonaro mais uma vez tenha confrontado o discurso que o elegeu com a prática que ele se mantém no poder”.

O PSDB há alguns meses é paquerado por setores da esquerda pequeno burguesa dentro de conchavos para a política de frente ampla, que cada vez mais se mostra traidora dos interesses das amplas massas brasileiras. O partido é um dos principais Partidos do golpe de Estado no Brasil, afinal o ascenso golpista se iniciou tendo a candidatura de Aécio Neves contra Dilma Rousseff e logo após a sua derrota se apresentando claramente como um dos principais setores interessados no impeachment de Dilma. E tinha no golpe de 2016, como uma de suas principais bandeiras mudar a política de preços da Petrobras e privatizá-la aos pedaços. Assim, neste momento o PSDB se levanta contra a demissão do entreguista imperialista Roberto Castello Branco, que vinha impondo preços abusivos na gasolina, no diesel e no gás de cozinha justamente no momento em que a crise sanitária com a Pandemia só cresce e afunda o país em miséria.

Na briga da direita golpista, foi a vez do PSDB, chamar Jair Bolsonaro de comunista diante da demissão de um homem de confiança do imperialismo à frente da direção da Petrobras. Representante direto do capital financeiro, onde o PSDB faz questão de propagandear em suas redes sociais que o placar de privatizações no país está 63 x 0 para o PSDB, que teve na presidência de Fernando Henrique Cardoso o maior traidor e Robin Hood, ao contrário, da dilapidação das riquezas nacionais.

Nas redes sociais, os tucanos fizeram questão de mostrar uma foto do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e de Jair Bolsonaro se vangloriando pelo partido ter privatizado bem mais em sua gestão. Junto à foto, uma legenda: “quem é o comunista e quem é o liberal?”.

É o momento de retomar a mobilização dos trabalhadores em todo o País pelo fora Bolsonaro e todos os golpistas! Nenhuma conciliação com a direita, a luta da esquerda não pode ser simplesmente contra Bolsonaro, mas como estamos vendo contra toda a direita de conjunto, contra todos os golpistas, do PSDB ao STF, passando por Bolsonaro, os militares e seus órgãos de imprensa, e o conjunto da classe capitalista, nada de alianças com os inimigos do povo, a única saída é a mobilização e a retomada da polarização com a defesa nas ruas de Lula candidato, Lula presidente!



HTTPS://WWW.CAUSAOPERARIA.ORG.BR/DORIA- ... PETROBRAS/
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