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Geografia
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MensagemEnviado: 08 Abr 2013, 02:10 
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Tópico para debates sobre a Geografia.

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7 razões para seu filho aprender Geografia
http://educarparacrescer.abril.com.br/aprendizagem/7-razoes-seu-filho-aprender-geografia-641192.shtml

- Quem sabe me dizer qual a capital do Mato Grosso do Sul?
- É Campo Grande, professora.
- E o nome da corrente marítima que passa pela costa brasileira?
- Corrente do Brasil!


Essa era a conversa que, por muito tempo, os professores de Geografia tinham com seus alunos em sala de aula. Mas a decoreba está com os dias contados. O desafio atual é convencer pais e alunos da importância da disciplina para entender a realidade. Seja do próprio bairro, seja de lugares mais distantes. Afinal, a Geografia estuda o espaço e a maneira como nós interagimos e modificamos o mesmo.

Por ser uma ciência interdisciplinar, qualquer assunto referente ao nosso planeta, em qualquer escala, pode ser trabalhado dentro de uma perspectiva geográfica. Vários temas são importantes para as aulas, como por exemplo: o que é paisagem e quais elementos a compõem; o que são meio físico e cultural; como lidar com cartografia e interpretação de mapas; a questão ambiental; as cidades e suas funções; o meio rural, seus cultivos e sua modernização; a globalização e a formação de mercados regionais.

O mais interessante, no entanto, é a possibilidade do aluno compartilhar o que observa em seu dia-a-dia, o que viu na TV, o que pesquisou na internet, o que os pais comentaram em casa. "Só assim ele vai criar também um senso crítico de sua realidade, o que hoje é um dos fundamentos da disciplina", conta o professor Robson Paulino da Silva.

Já o professor Luís Carlos Batista Rodrigues produziu, junto com seus alunos do nono ano, este documentário, vencedor do Prêmio Victor Civita Educador Nota 10 - 2011, na área de Geografia:



Quer saber mais sobre a Geografia que seu filho deve aprender na escola? Basta conferir as informações abaixo!

1. Entende a própria realidade
As aulas de Geografia falam cada vez mais sobre a realidade dos próprios alunos. A intenção é que eles sejam capazes de visualizar alguns conteúdos geográficos na vida cotidiana: o que é uma paisagem, um bairro, um centro urbano, um sistema de transporte, um cultivo de arroz ou de café, um tipo de relevo transformado pela ocupação humana, de onde e como vem a água que abastece a própria casa...

Com esse conhecimento, é possível, por exemplo, refletir sobre os impactos negativos e positivos que causamos no meio ambiente; exigir melhorias dos governos; participar ativamente de ações para melhorar o próprio bairro.

"A escola tenta formar cidadãos. Esse aluno precisa ser crítico quanto ao espaço em que vive", diz o professor Luís Carlos Batista Rodrigues, da Escola Municipal São Sebastião de Teresina (PI). Ele pôs essa ideia à prova, e levou seus alunos do nono ano às ruas da própria cidade. O projeto, intitulado "A contribuição da atividade comercial para a organização do espaço teresinense", fez de Luís Carlos um dos vencedores deste ano do Prêmio Victor Civita Educador Nota 10. "Não queria que os alunos tivessem contato com o conhecimento pronto. Queria que eles o construíssem. Para isso, fizemos atividades de campo, entrevistas, pesquisas. No final, produzimos até um documentário!"

2. Conhece outras realidades
A Geografia também ajuda os alunos a ter contato com a realidade de regiões diferentes no próprio país e no resto do mundo. Isso é importante em tempos de globalização, em que tudo está cada vez mais interdependente.

Mesmo assim, é importante trazer os temas para o contexto vivido pelo próprio aluno. Se o professor falar, por exemplo, de crise americana, vale a pena discutir a demissão de algum conhecido do bairro. Se for falar de usinas de energia elétrica instaladas pelo mundo, dá para usar exemplos de seu uso em uma casa. Um assunto como migração na Europa não está desconectado da realidade de muitos alunos, que vêm muitas vezes de famílias de migrantes.

3. Traz o mundo para a sala de aula
Fatos recentes, que saem nas notícias, também devem ser debatidos em sala de aula. Eles podem ajudar, inclusive, a explicar assuntos tidos como complexos e monótonos para as crianças e jovens.

O recente terremoto no Japão, por exemplo, com todas as suas repercussões - tsunami, destruição de áreas residenciais e industriais, contaminação radiativa devido ao acidente na usina nuclear de Fukushima - é diretamente relacionado com a movimentação das placas tectônicas. Os deslizamentos e alagamentos que vemos no período das chuvas, quando debatidos em sala de aula motivam o aprendizado sobre relevo e ocupação humana.

O fundamental é que esse tipo de atividade estimula o aluno a selecionar ou filtrar as informações divulgadas pela mídia e, principalmente, a manipular, interligar e relacionar esses conteúdos com nossos desafios e problemas.

4. Faz o aluno refletir
A Geografia é uma disciplina que estimula a análise, a reflexão. Jamais a decoreba. O problema é que, durante anos, as escolas brasileiras basearam suas aulas em siglas, nomes e números. E essa tradição é difícil de ser rompida, pois exige uma safra bem formada de professores.

"É inacreditável que, em pelo século 21, a Geografia continue a ser entendida como uma matéria de decoreba, e que professores não sintam vergonha de cobrar dos alunos, nomes de capitais e coisas do tipo", diz o geógrafo e pedagogo Luca Rischbieter.

No lugar de memorizar os nomes dos inúmeros planaltos e depressões do Brasil, por exemplo, o importante seria entender o que é o relevo e porque ele tem relação direta com a ocupação humana, tanto do ponto de vista de construções como de cultivos. Outro exemplo seria substituir a decoreba de dados sobre a população brasileira, por exercícios que ajudem na compreensão da dinâmica demográfica a partir do aumento da expectativa de vida - e consequente envelhecimento da população - das conquistas feministas, do combate aos preconceitos, etc.

O objetivo, no entanto, não é condenar a memorização. Ela existe em todas as atividades humanas e é imprescindível para a vida de qualquer pessoa. "Apenas o seu excesso, sem uma real compreensão do objeto, é que é problemático para os alunos", diz José William Vesentini, professor do Departamento de Geografia da USP.

5. Valoriza a pesquisa in loco
Um aspecto interessante da Geografia é que os conceitos e ideias trabalhados em sala de aula podem ser vistos fora da escola. Os professores devem aproveitar qualquer oportunidade para levar seus alunos para a rua. Caso contrário, a disciplina corre o risco de ser vista apenas nos livros, sem despertar a relação que ela tem com a vida das pessoas, com o seu entorno, com o local onde vivem e com o mundo como um todo.

Algumas sugestões de atividades: observações astronômicas, passeios por áreas naturais, análise "in loco" de problemas ambientais como erosões/voçorocas, rios poluídos.

Clicando no item "Conhece a própria realidade", você conheça a atividade que o professor Luís Carlos Batista Rodrigues, da Escola Municipal São Sebastião de Teresina (PI) realizou com seus alunos. Com essa ação, ele ganhou este ano o Prêmio Victor Civita Educador Nota 10, na categoria Geografia.

6. Usa novas tecnologias
O mundo está cada vez mais tecnológico e as crianças e jovens têm cada vez mais contato e intimidade com aparelhos eletrônicos. Há uma infinidade de exemplos, como computadores, internet, televisão, jogos eletrônicos, programas de edição de imagens e vídeo, etc.

O interessante é que os professores sejam capazes de aproveitar tudo isso para ensinar Geografia. "Do Google earth aos aparelhos celulares, temos recursos de todos os tipos para que estudantes sejam ativos na produção e pesquisa", diz o geógrafo e pedagogo Luca Rischbieter.

Existem jogos eletrônicos muito populares entre os jovens que tratam de assuntos como a administração de uma cidade, astronomia, guerras e conquistas de regiões do globo. Os projetores multimídia (ou data show) já podem ser encontrados em quase todas as escolas e permitem preparar uma aula com algum software de apresentações, passar um filme ou uma reportagem sobre um assunto de interesse.

A internet, atualmente, é ferramenta indispensável para professores e alunos obterem informações atualizadas sobre qualquer assunto. Também dá para pedir aos estudantes que criem um blog, onde possam "postar" informações sobre Geografia que achem relevantes.

A tecnologia já é realidade em muitas escolas do país. O restante das escolas está recebendo aos poucos os equipamentos necessários para sua modernização. O problema é que há muitos motivos que impedem os alunos de terem contato com essa tecnologia. Alguns professores se acomodam no modelo tradicional de aula ou tem dificuldades para usar os equipamentos. Outras vezes, a escola não tem salas adequadas ou sistema elétrico que suporte tantos aparelhos ligados juntos.

7. Leva questões para casa
Existem muitas atividades ligadas à Geografia que podem ser feitas em casa! Você pode explorar o mundo com seu filho com a ajuda de um livro, uma revista, um mapa, um globo terrestre ou na internet. "É legal comentar sobre as notícias do dia, conversar sobre outros lugares e culturas, discutir atitudes de respeito ao meio ambiente, fazer em casa coisas como a separação de lixo", conta o geógrafo e pedagogo Luca Rischbieter.

Navegar em determinados sites da internet é bem proveitoso. Exemplos são os da ONU, da Unesco, do IBGE (que tem um portal teen especial para alunos), de alguns jornais e revistas. "Até mesmo o site da CIA (Agência de Inteligência dos Estados Unidos) tem informações e mapas sobre todos os países do mundo, sobre economia, sobre terrorismo e guerras. Tudo isso é assunto relevante no ensino da Geografia", diz o professor da USP, José William Vesentini.

Mas lembre-se: o fundamental é que você acompanhe o aprendizado do seu filho. Pergunte a ele sobre os assuntos que aprendeu na aula, o que gostou ou não. Com isso, fica mais fácil propor atividades dentro de casa aproveitando o que foi ensinado na escola.

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Re: Geografia
MensagemEnviado: 08 Abr 2013, 10:43 
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Adoro geografia ! :) Tirei nota 8 no vestibular que fiz pra PUC em 2000 (já sou formado na PUC há alguns anos).

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Re: Geografia
MensagemEnviado: 08 Abr 2013, 11:31 
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Eu também gosto, uma pena que no 3º ano só tem 1 aula por semana.


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Re: Geografia
MensagemEnviado: 08 Abr 2013, 14:44 
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Também gosto bastante, me saí muito bem em Geografia no vestibular do UERJ ano passado.

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Re: Geografia
MensagemEnviado: 09 Abr 2013, 14:19 
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Não gosto de cartografia, apesar de gostar de mapas, mas até que gosto de Geografia.

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Re: Geografia
MensagemEnviado: 10 Abr 2013, 01:40 
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Geografia sempre foi uma paixão pra mim. Desde pequeno sempre leio vários livros sobre o assunto, os meus preferidos são aqueles atlas com várias informações detalhadas sobre cada país.

E tem uma enorme importância na área que eu tô estudado, Comércio Exterior.

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Re: Geografia
MensagemEnviado: 10 Abr 2013, 02:09 
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Geografia nunca foi das minhas paixões , mas agora no cursinho , tenho ficado mais interessado , a matéria é dada em 3 módulos , Geografia do Brasil , Geopolítica , e Geografia Geral , sendo as duas últimas , as mais atrativas pra mim .

PS : Já existe álgum tópico pra Matemática , a melhor matéria do mundo ? :p

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Principais campanhas no FCH :
1° lugar do Bolão Fórum Chaves VIP 2012
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3° lugar do Trívia FCH ( 1ª Edição)
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Pior jogador de Haxball do Fórum Chaves

Raphael Gustavo - ex-muléki doidão ch e desde 2006 acessando e frequentando fóruns CH .

http://www.lastfm.com.br/user/Rapha35


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Re: Geografia
MensagemEnviado: 12 Abr 2013, 18:40 
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Gosto de geografia na parte que versa sobre geopolítica, relações internacionais, demografia, cartografia, economia, essas coisas. E clima também.

Detestava a parte de rochas, de módulos fiscais.

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• Jornalista
• No meio CH desde 2003
• Um dos fundadores do Fórum Chaves. Administrador desde 2010
• Autor do livro "O Diário do Seu Madruga"
• Membro do Fã-Clube Chespirito Brasil
• Eleito pelos usuários como o melhor moderador em 2011, 2012, 2013 e 2014


Realizações no meio CH:
• Apoio na realização da etapa brasileira de América Celebra a Chespirito, em 2012
• Produção de entrevistas com Roberto Gómez Fernández, Ana de la Macorra e Ricardo de Pascual
• Entrevistei Rubén Aguirre, Edgar Vivar, Maria Antonieta de las Nieves e Carlos Villagrán
• Viabilizei a entrega da camiseta do Fórum Chaves para Chespirito
• Cobertura jornalística e de redes sociais de praticamente todos os grandes eventos e notícias CH desde 2010
• Um dos idealizadores do "Sigam-me os Bons", campanha social do Fórum e Fã-Clube
• Um dos idealizadores do Bloco Sigam-me os Bons, primeiro bloco temático CH de carnaval em São Paulo
• Apoio e participação nas turnês do Senhor Barriga, Kiko e Paty no Brasil
• Desmentido de todos os boatos envolvendo CH nos últimos anos
• Autor do furo sobre o Chaves no Multishow
• Coordenei o Projeto CH Legendado, que tornou acessível em português os inéditos de Chaves e Chapolin


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Re: Geografia
MensagemEnviado: 11 Abr 2014, 21:46 
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http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2014/04/1439151-diretora-do-ibge-pede-demissao-apos-interrupcao-de-pesquisa.shtml

Após a decisão do IBGE de interromper as divulgações trimestrais da Pnad Contínua, a diretora de Pesquisas do IBGE, Marcia Quinstlr, pediu exoneração do cargo, o mais importante da diretoria do IBGE.

A coordenadora da Escola Nacional de Estatísticas e integrante do conselho diretor do IBGE, Denise Britz do Nascimento Silva, também discordou da decisão do colegiado e pediu exoneração.

Marcia Quinstlr não concordou com a suspensão da apresentação dos dados da nova pesquisa que mede, em nível nacional, a situação dos principais indicadores do mercado de trabalho.

Sua posição foi contrária à decisão do conselho diretor do IBGE, que se reuniu diversas vezes para tratar do tema e definiu a interrupção.

A presidente do IBGE, Wasmália Bivar, disse nesta sexta-feira (11) que Marcia Quinstlr e Denise Silva acharam que a suspensão das divulgações "era um remédio muito duro".

A decisão do conselho veio após um requerimento de informações apresentado por senadores sobre dados de renda domiciliar per capita.

É que uma lei editada no ano passado alterou um dos critérios de repartição do Fundo de Participação dos Estados, que antes considerava o PIB per capita. A legislação alterou o indicador para a renda domiciliar per capita.

No começo deste mês, os senadores Gleisi Hoffmann (PT-PR) e Armando Monteiro (PTB-PE), indagaram o IBGE sobre a margem de erro dos dados de renda domiciliar per capita, que nem sequer foram divulgados ainda.

O receio é que a diferença entre as margens pudesse gerar contestações judiciais por parte dos Estados – que poderiam pleitear, por exemplo, que fosse considera a renda inferior do intervalo a fim receber mais recursos.

Segundo a presidente do IBGE, a posição do conselho foi tomada porque poderiam ocorrer "consequências graves" se o prazo para a divulgação do indicador de renda domiciliar per capita não for divulgado em janeiro de 2015.

Uma delas é a responsabilidade criminal da presidente do IBGE e, a mais importante, a não distribuição dos recursos do fundo para os Estados. "Não poderíamos, de modo algum, correr esse risco."

À Folha, a presidente do IBGE, Wasmália Bivar, negou na noite de quinta-feira (10) pressão política para interromper a divulgação dos dados da Pnad Contínua neste ano eleitoral e lembrou que o instituto anunciou na quarta-feira "um número ruim" de inflação – o IPCA foi o mais elevado para março em onze anos.

O pedido formal de exoneração da diretora só foi encaminhado ao final da noite de quinta.

Antes do solicitação para deixar o cargo, a presidente do IBGE reconheceu que havia uma divisão interna no IBGE e que a área técnica julgava que não seria necessário parar com as divulgações, apesar do excesso de trabalho causado para atender à demanda dos senadores e antecipar em um ano o cálculo da renda domiciliar per capita.

O que ocorreu, diz, foi uma "interpretação equivocada da lei" por parte do IBGE. O entendimento era de que a renda domiciliar per capita deveria ser calculada só ao final de 2015 e não no começo do próximo ano.

Com isso, diz, os técnicos terão só oito meses para desenvolver a nova metodologia e equalizar a margem de erro dos Estados, que não fazia parte do planejamento da pesquisa.

A restrição de servidores, afirma, impede que as duas tarefas –análise e crítica dos dados para divulgação e testes e estudos para a mudança metodológica e para o aumento da amostra em alguns Estados, para equalizar as margens de erro– ocorra simultaneamente.

Esse foi o entendimento do colegiado do IBGE, contestado pela diretora.

Wasmália Bivar disse que apenas 13 técnicos seriam responsáveis pela duas funções.

A presidente do IBGE diz que a falta de servidores já faz atrasar algumas divulgações, o que não poderia acontecer no caso da renda domiciliar, porque ela terá de estar disponível em janeiro de 2015 para fazer o rateio dos recursos do fundo para os Estados.

"Foi uma decisão de natureza institucional. Optamos por atender a uma prioridade, que envolve um preceito constitucional [o Fundo de Participação dos Estados]. Por isso, decidimos parar com as divulgações", disse.

O IBGE tem ainda o receio de ações na Justiça, como ocorre no caso do Fundo de Participação dos Municípios, que contestam na Justiça as estimativas de população para repartição dos recursos.

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Re: Geografia
MensagemEnviado: 12 Abr 2014, 00:42 
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Quando eu entrei no Ensino Médio houve uma mudança de foco, que era mais em mapas e tal, e passou a ser mais sobre política e sociologia. Também gosto desse novo foco.
ps. Não tenho, e nunca tive, matéria de sociologia nem filosofia (estou no 3º).

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Re: Geografia
MensagemEnviado: 24 Mar 2017, 22:33 
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Pesquisadores ‘encontram’ mar na região de Ribeirão Preto
Inventário do Patrimônio Geológico Paulista aponta sítio “único no planeta” de sedimentos de microalgas em Santa Rosa de Viterbo
LEONARDO SANTOS 24 MAR 2017 11H46

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Foto: Divulgação

A região de Ribeirão Preto já foi banhada por um mar, que cairia muito bem no forte calor ao qual estamos acostumados. Só que isso foi há 260 milhões de anos. A descoberta foi realizada pelo Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo (USP), que publicou o do inventário do Patrimônio Geológico do Estado de São Paulo. O mar em questão era o mar Irati, presente na superfície terrestre no período Permiano médio, registrado de 250 a 290 milhões de anos atrás.

Um dos principais locais de pesquisa para o levantamento – feito entre 2012 e 2015 - foi encontrado em Santa Rosa de Viterbo, onde foi revelada na extração de uma mina de calcário a existência de estromatólitos gigantes, que nada mais são do que acúmulos de sedimentos do que um dia foram microalgas em águas rasas.

Esses estromatólitos se formam como se fosse uma sobreposição de tapetes, tomando esse formato ao longo de milhões de anos. Geralmente, formações rochosas do tipo são encontradas em diversos cantos do planeta, porém são pequenas comparadas ao que foi encontrado em nossa região.

De acordo com os responsáveis pelo levantamento, liderados pela professora Maria da Glória Motta Garcia, esse campo de estromatólitos gigantes, com até 3 metros de altura, é considerado “único no planeta”. A pesquisa ainda teve assessoria do geólogo do Instituto de Ciências da Terra da Universidade do Minho, em Portugal, José Brilha.

O levantamento envolveu uma equipe de 16 pesquisadores, composta por geocientistas da USP, Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Universidade Estadual Paulista (Unesp), Universidade Federal da São Carlos (UFSCar), Instituto Florestal e Instituto Geológico do Estado de São Paulo e Universidade Federal do Paraná – além de 13 outros profissionais da área de geociências. O objetivo final do trabalho foi classificar os sítios geológicos pelo valor científico e risco de degradação.
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Re: Geografia
MensagemEnviado: 29 Ago 2018, 15:33 
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https://veja.abril.com.br/brasil/brasil-tem-mais-de-208-milhoes-de-habitantes-diz-ibge/

O Brasil tem 208.494.900 habitantes.

É um crescimento de 0,82% em relação ao número registrado em 2017, quando o país registrava 207.660.929 de pessoas.

As informações fazem parte da pesquisa de Estimativa da População realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O levantamento foi encerrado em 1º de julho de 2018.

O IBGE considerou também os imigrantes venezuelanos no estado de Roraima.

São Paulo continua sendo o estado mais populoso, com 45.538.936 habitantes, concentrando 21,8% da população do país.

Minas Gerais é o segundo estado com mais habitantes, com 21.040.662 pessoas, seguido pelo Rio de Janeiro, com 17.159.960.

A Bahia segue em quarto lugar no ranking dos estados mais populosos, com 14.812.617 habitantes.

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