Apple

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Re: Apple

Mensagem por E.R » 27 Set 2019, 07:07

https://www.uol.com.br/tilt/noticias/re ... brasil.htm

A Apple anunciou que os novos iPhone 11, iPhone 11 Pro e iPhone 11 Pro Max chegarão ao Brasil no dia 18 de outubro.
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Re: Apple

Mensagem por E.R » 11 Out 2019, 09:34

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Re: Apple

Mensagem por E.R » 16 Out 2019, 02:05

https://olhardigital.com.br/video/vem-a ... oria/91567

O analista da Apple, Ming-Chi Kuo, prevê que o preço do iPhone SE 2 começará em 400 dólares.

Ele também disse que o smartphone deve ser alimentado pelo chip A13, mesmo do iPhone 11, além de ter 3 GB de RAM e ser lançado ainda no primeiro trimestre de 2020.
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Re: Apple

Mensagem por E.R » 19 Out 2019, 03:48

https://link.estadao.com.br/noticias/ga ... 0003054158

A composição do preço do iPhone no Brasil é complexa.

Não basta apenas converter o preço da moeda americana para o real.

Nos Estados Unidos, o modelo mais simples do iPhone 11, com 64 GB de armazenamento interno, começou a ser vendido no mês passado por US$ 699 (cerca de R$ 2,9 mil) – US$ 50 a menos que no ano anterior.

Os iPhones 11 que chegam às lojas brasileiras nesta sexta-feira são todos importados – geralmente, versões fabricadas nopPaís demoram pelo menos três meses após o lançamento para serem feitas aqui, por conta de adaptações na linha de montagem, localizada na fábrica da Foxconn em Jundiaí (SP).

Para entender como a Apple chega ao preço do iPhone no Brasil, a reportagem pediu ajuda a especialistas em tributação para descobrir quais são os impostos que incidem sobre o aparelho e como eles afetam seu valor final.

O cálculo abaixo, feito pelo escritório Zilveti Advogados, calcula o quanto a importação pesa no preço final do produto – entre gastos com frete e seguro, taxas de importação e tributos como o Impostos sobre Produtos Industrializados (IPI) e Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

Pelas contas do escritório, o modelo mais simples do iPhone 11, com 64 GB de armazenamento, custaria pouco mais de R$ 5,5 mil aqui. “É uma estimativa grosseira”, ressalta Roberto Codorniz, advogado tributarista e um dos responsáveis pelo cálculo. O advogado explica que o custo real de importação do produto é ignorado, já que esse valor não é tornado público pela Apple.

Justamente por isso, para fins didáticos, é levado em consideração o preço aplicado ao consumidor após toda a cadeia (produção, montagem, software e varejo, por exemplo) de US$ 699 – maior do que o praticado pela empresa ao importar seu produto, afinal não faz sentido a Apple pagar tributos sobre sua própria margem de lucro.

No fim das contas, 52% do valor final de um smartphone vem dessa cadeia de importação, segundo o tributarista Danilo Leal, do escritório ASBZ. Ele afirma que esse valor é alto quando comparado com outros lugares onde o consumo não tem tanta importância na tributação.

E isso faz os preços finais dos produtos ficarem mais caros. “Quando você compara com as economias desenvolvidas, via de regra, a tributação mais elevada é sobre a renda”, diz, citando que o Imposto de Renda sobre empresas e pessoas físicas é mais alto nos Estados Unidos, ao passo em que o consumo é pouco tributado. “É a parte ruim do nosso sistema tributário."

Se a importação é cara, trazer a produção para o País reduziria esses custos ? Nem sempre.

Em alguns casos (a depender de diversos fatores, como custo trabalhista e de burocracia, por exemplo), produzir localmente pode não compensar. “A produção local reduz a carga tributária, mas tem um custo maior comparado com outros países, como a China”, explica. “É uma bizarrice do sistema, que deveria funcionar para desestimular importações.”

Ainda assim, o mercado brasileiro tem público em potencial atrativo para a Apple. Ao longo do tempo, com a evolução do iPhone (e a popularização dos smartphones como um todo), Steve Jobs teria queimado a língua. Anos depois de sua morte, a Apple abriria não só uma, mas duas lojas no País. A primeira veio em 2014, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. A segunda, no ano seguinte, no Morumbi Shopping, em São Paulo.

Instalar lojas em bairros de alto padrão nas duas maiores cidades brasileiras é algo que tem significado para a Apple. É uma questão de DNA da marca : desde sua fundação, em 1976, a empresa sempre produziu e vendeu produtos mais caros do que os da concorrência. A justificativa é que esse é o preço que se paga (literalmente) por “ótimos” produtos, nas palavras do atual presidente da companhia, Tim Cook.

Segundo Patricia Diniz, professora da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) e especialista no mercado de luxo, a Apple manteve essa tática ao entrar no mercado local. "O iPhone sempre foi um produto altamente desejável. Por que não aproveitar isso e conseguir margens de lucro maiores ?".

A estratégia chegou ao ápice em 2018, quando a empresa bateu US$ 1 trilhão em valor de mercado, ao conseguir faturar mais vendendo menos aparelhos do que em temporadas anteriores – foi a época do iPhone de US$ 1 mil (aqui no Brasil, modelos chegaram a custar até R$ 10 mil!).

No início deste ano, a empresa viu a festa virar ressaca quando os altos preços resultaram em baixas vendas e, por consequência, queda de até 10% em suas ações na Bolsa. “A curva na qual eles vinham, de manter o número de consumidores com produtos mais caros, se reverteu”, explica. Tanto que, desde 2018, a empresa deixou de divulgar o número de unidades de vendidas para anunciar a receita por aparelho.

Ainda assim, a tática de luxo da Apple ainda faz sentido em mercados como o brasileiro – onde há um perfil de consumidor "muito ligado à ostentação". "Para esse consumidor, o preço é um indicador de prestígio e marca o pertencimento (a uma classe mais alta)", afirma.

Analista da consultoria IDC Brasil, que mede vendas de celulares no mercado nacional, Renato Meireles concorda. "Nosso consumidor tem a cultura de que o bom produto é mais caro", diz. Mas ele pondera que o mercado de smartphones, de modo geral, tem passado por uma mudança : a marca já não é mais um fator decisivo para a compra do aparelho. O que o usuário busca mesmo, diz Renato, são câmeras, processadores e telas melhores, além do custo-benefício, sem se importar com o símbolo que orna o aparelho.

No segmento de smartphones premium (de R$ 3 mil a R$ 5 mil) ou superpremium (acima de R$ 5 mil), o logotipo tem, sim, um peso. E é justamente onde a Apple atua, embora a empresa esteja ultimamente mais seguindo tendências de sucesso da concorrência, como câmera tripla e telas cada vez maiores, do que lançando novidades. "A Apple não tem trazido coisas novas, mas reembalado as funcionalidades de outras marcas em uma experiência mais interessante", disse Eduardo Pellanda, professor da PUC-RS, ao Estado em setembro, quando o iPhone 11 foi anunciado.

Há ainda um último fator que afeta o desempenho da Apple no Brasil : a escala de distribuição. É uma conta simples de entender : quanto mais aparelhos uma empresa vende, melhores são as negociações com varejistas, distribuidores e operadoras para baratear seu custo.

Rivais como Samsung e Motorola, que têm aparelhos em diversas faixas de preço, conseguem vender “pacotes por atacado” de forma mais eficaz que a Apple, restrita ao segmento premium.

Por estar apenas nas faixas de preço mais caras, a Apple também vende menos que as concorrentes no País – em 2018, segundo apurou o Estado com fontes do mercado, Samsung e Motorola concentraram três quartos da venda dos smartphones no Brasil.

Já a Apple, há alguns anos, gira em torno de 5% – uma mordida muito tênue na maçã tenra que é o mercado de smartphones brasileiro, um dos maiores do mundo, com pelo menos 40 milhões de unidades vendidas anualmente.
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Re: Apple

Mensagem por E.R » 25 Out 2019, 21:26

https://macmagazine.uol.com.br/post/201 ... e-na-vivo/

Desde o lançamento do Apple Watch Series 3 (o primeiro com conectividade celular), os modelos GPS + Cellular do relógio homologados e vendidos no Brasil são os mesmos comercializados na Europa e na Ásia. Ainda que o cenário continue muito parecido com a chegada do Apple Watch Series 5, tivemos neste ano uma mudança importante.

Pela primeira vez, os modelos GPS + Cellular comercializados nos Estados Unidos contam com suporte às bandas 3 (1.800MHz) e 7 (2.600MHz) utilizadas pelas operadoras aqui no Brasil para o 4G — assim como os modelos europeus/asiáticos. Vale ressaltar que nenhum modelo fabricado pela Apple oferece suporte à banda 28 (700MHz APT).

Tecnicamente falando, então, você poderia comprar um relógio com conectividade nos EUA numa boa e usá-lo no Brasil. O problema é que não adianta ser apenas compatível, já que a própria Apple ou as operadoras brasileiras poderiam, de alguma forma, limitar o uso dele em terras brasileiras bloqueando o acesso à rede desses modelos (por eles não serem os vendidos aqui).

Assim que o Apple Watch Series 5 foi lançado, informamos que ele estava funcionando no Brasil apenas na rede da Claro; pouco tempo depois, a Vivo passou a oferecer suporte com a liberação do iOS 13.2 beta 3; paralelamente, usuários não estavam mais conseguindo ativar o relógio na rede da Claro — algo que voltou a funcionar após alguns dias.

Com tantas incertezas, procuramos as operadoras Vivo e Claro para esclarecer essas dúvidas de uma vez por todas. E temos ótimas notícias : ambas confirmaram ao MacMagazine que vão, sim, oferecer suporte ao Apple Watch Series 5 americano.
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Re: Apple

Mensagem por E.R » 01 Nov 2019, 10:13

O ESTADO DE S.PAULO

A compra de um novo iPhone pode virar um serviço de assinatura.

Segundo a rede americana CNBC, a ideia está sendo discutida entre alguns investidores da Apple, que querem criar um fluxo previsível de receitas.

Confrontado na quarta-feira sobre o assunto, durante conferência com investidores, o presidente executivo da Apple, Tim Cook, acolheu bem a proposta. “Alguns clientes já percebem o hardware como serviço ou pacote ao participarem de programas de atualização. Minha perspectiva é a de que essa área vai atingir grandes números no futuro. Crescerá desproporcionalmente”, disse.

Vale lembrar que nos Estados Unidos a compra parcelada de produtos não é tão comum quanto no Brasil.

Junto com a assinatura para a compra constante de novos aparelhos, o serviço poderia vir acompanhado de espaço de armazenamento no iCloud e acesso ao streaming Apple TV+.

Há quem já chame o “pacotão” de Apple Prime.

A ideia dos investidores seria transferir a receita da divisão de hardware para a divisão de serviços, o que poderia valorizar as ações da Apple sem depender de aumentos nas vendas.
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Re: Apple

Mensagem por E.R » 04 Nov 2019, 14:03

https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada ... eudo.shtml

A guerra do streaming ganha um dos seus capítulos mais importantes nesta sexta (1°).

A gigante de tecnologia Apple, avaliada em valor de mercado acima de US$ 1 trilhão (cerca de R$ 4 trilhões), inaugurou seu Apple TV+, serviço pago de conteúdo audiovisual que deseja rivalizar com a pioneira Netflix.

Com uma mensalidade de R$ 9,90 no Brasil, o Apple TV+ chega a mais de cem países com um conteúdo mais enxuto que seus concorrentes diretos e diz apostar na qualidade das suas séries. O serviço não tem o apoio de um catálogo pré-existente nem a parceria de um estúdio de cinema ou televisão.

A empresa, portanto, investiu cerca de US$ 6 bilhões (cerca de R$ 24 bilhões) para começar totalmente do zero —com injeção de mais de US$ 1 bilhão (cerca de R$ 4 bilhões) anual para a criação e manutenção do conteúdo original.

“Dois anos atrás, quando vendemos nossa série para a companhia, o escritório do Apple TV+ era dentro do prédio da Beats [empresa de Los Angeles comprada pela Apple em 2014] e só havia umas cinco ou seis pessoas trabalhando lá dentro. Era muito pequeno. Agora, virou uma emissora completa. É inacreditável”, lembra o diretor e produtor Francis Lawrence, responsável pela série de fantasia “See”, parte da primeira onda de lançamentos do serviço.

O Apple TV+ abre com apenas nove atrações originais.

O carro-chefe é “The Morning Show”, série dramática sobre um programa matinal de TV sacudido por denúncias de assédio sexual. Ela é protagonizada pelo trio Jennifer Aniston, Reese Witherspoon e Steve Carell. A programação ainda tem Hailee Steinfeld (“Dickinson”), Joel Kinnaman (“For All Mankind”) e Oprah Winfrey (“Oprah’s Book Club”) como chamarizes.

Nos próximos meses, o serviço terá séries de M. Night Shyamalan, J.J. Abrams e Steven Spielberg, mas sem a volúpia dos concorrentes. “Estamos focando apenas em conteúdo original de alta qualidade. Nosso foco não é catálogo. Acreditamos que as outras emissoras, com tanto volume de produção, possuem um foco mais espalhado, portanto podemos transformar nossos lançamentos em eventos”, afirmou ao Los Angeles Times Jamie Erlicht, chefe de programação do Apple TV+ ao lado de Zack Van Amburg.

Para chegarem à tal conclusão, os executivos que, à frente da Sony TV, deram sinal verde para “Breaking Bad” e “The Crown”, reuniram suas equipes no início do processo para formarem uma lista de séries preferidas.

A intenção era compreender não apenas a razão do sucesso de fenômenos como “Game of Thrones”, mas mergulhar em programas de pouca audiência, porém de público fiel. Depois do estudo, os dois basearam suas escolhas em princípios de “humanidade” e “simplicidade”. “É a alma de muitos produtos da Apple. Parecem simples, mas te permitem fazer coisas incrivelmente complexas”.

As diretrizes foram implementadas, mas não sem obstáculos. “The Morning Show” foi criada para ser uma série leve sobre a vida das pessoas que comandam um programa matinal de TV, mas foi alterado quando notícias de assédios sexual passaram assombrar diversos noticiários reais nos Estados Unidos.

O showrunner original foi demitido e substituído. O piloto precisou ser reescrito e refilmado para acrescentar um ângulo mais relevante ao personagem de Carell, agora afastado do emprego por acusações de má conduta com várias colegas de trabalho.

“Quando começamos o projeto, nada disso tinha acontecido. Seria irresponsável não tratar sobre o assunto”, resumiu Witherspoon em entrevista ao Yahoo Entertainment. “Isso abriu outra porta e assim encontramos essas histórias inacreditáveis que acrescentaram complexidade à serie”, completou Aniston, que também é produtora executiva da série orçada em US$ 300 milhões por duas temporadas.

Alena Smith, criadora de “Dickinson”, uma reimaginação da vida da poetisa Emily Dickinson (Steinfeld) com linguagem contemporânea, confirma que existiram desentendimentos durante a produção da série, mas que teve apoio dentro da Apple.

“Servant”, que tem o primeiro episódio dirigido por Shyamalan, fala sobre uma estranha babá que precisa cuidar de um bebê ainda mais esquisito. Rumores apontam que a Apple pediu mudanças numa cena específica com um crucifixo. A empresa também teria pedido a todos os autores para haver um cuidado com críticas à China, base das suas maiores fábricas de produtos eletrônicos.

Apesar disso, o conteúdo geral das séries não deve em nada ao tom sombrio das produções modernas de canais como HBO ou Netflix. “See”, criada por Steven Knight (“Peaky Blinders”), se passa centenas de anos no futuro da Terra, quando os humanos perderam a capacidade de visão. Jason Momoa faz o líder de uma tribo e precisa proteger os filhos adotivos, caçados por conseguirem enxergar. Atores deficientes visuais fazem parte do elenco, o que dá verossimilhança aos oito episódios da primeira temporada.

“Não gosto de comparar com ‘Game of Thrones’, porque estamos falando de um fenômeno que virou uma das maiores séries da história. Mas as duas estão no mesmo nível de qualidade. Esse é o melhor papel da minha carreira e tenho a sorte de fazer parte de algo inédito pois temos guerreiros, amantes e vilões cegos”, exalta Jason Momoa à Folha.

Seguindo o tom controverso e sexual da criação de George R.R. Martin, “See” possui uma vilã que reza enquanto se masturba. “Não tivemos nenhum problema em relação a isso. Ninguém nos censurou”, conta Francis Lawrence. “Essas histórias surgem porque é o lançamento do serviço, mas todos os estúdios têm problemas em suas produções. Nossa experiência foi fantástica.”
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Re: Apple

Mensagem por E.R » 06 Nov 2019, 20:19

https://veja.abril.com.br/blog/isabela- ... e-tv-mais/

As grandes corporações adoram falar na “cultura” delas – seu jeito particular de fazer as coisas para assim incentivar as qualidades que as destacam. No caso da Apple, essas qualidades seriam o arrojo, a busca pelo perfeito e pelo único, a capacidade de criar produtos que imediatamente se tornam objetos de desejo porque não há nada na concorrência que sequer se compare a eles. Pois no serviço Apple TV+, lançado no último dia 1º de novembro, disso tudo só sobrou a arrogância de achar que, por ser Apple e ter custado caro, automaticamente vai ser melhor: das quatro séries para gente grande (há ainda três infantis e uma de natureza) com que o serviço estreou, não há nenhuma que se salve com alguma honra – sendo que See, com Jason Momoa, está além de qualquer possibilidade de salvação. Em maior ou menor grau, as quatro parecem algo tirado do forno antes de ter assado direito, e o que se vê na tela é um misto de amadorismo, ingenuidade e desconhecimento. Em tempo: só três episódios de cada série foram liberados. Os seguintes vão entrar no ar semanalmente.

Vamos lá, então, da menos ruim à catastrófica :

MEDIANA : “THE MORNING SHOW”
Steve Carell é o apresentador de um jornalístico matinal demitido em desonra, sob acusação de assédio sexual. Jennifer Aniston, sua companheira de bancada há quinze anos, fica segurando várias batatas quentes na mão: tem de lidar com a radiação dessa explosão, tem de convencer a audiência de que não sabia o que se passava debaixo de seu nariz e ainda tem de manobrar uma negociação ruim de contrato. Entra em cena Reese Witherspoon como a repórter que, por ser estourada, nunca conseguiu sair do circuito das emissoras locais de TV. Coisas totalmente previsíveis – e absolutamente implausíveis – acontecem. Mas acontecem len-ta-men-te, porque o roteiro não para de dar voltas em torno de si mesmo. Consta que a série já havia entrado em produção quando o #MeToo estourou e tudo foi reformulado. Em vão: as discussões soam requentadas e não parecem ter um argumento final em vista.. E, com o perdão dos fãs (que são muitos) da Rachel de Friends, acrescento às ressalvas o fato de que Jennifer Aniston parece ter recuperado todos os seus tiques de sitcom. No lado positivo da conta, coloco Reese Witherspoon, que consegue dar alguma forma humana a uma personagem escrita à base de clichês, e Billy Crudup, muito afiado e divertido como o executivo do canal.

DESASTROSA : “SEE”
É inacreditável, mas See é de Steven Knight, o criador/roteirista/supervisor da soberba Peaky Blinders. Não faço a menor ideia do que Knight terá tomado, nem do que passava pela cabeça de quem aprovou o piloto desta fantasia com Jason Momoa mais as ótimas (em outras situações) Alfre Woodard e Hera Hilmar. O fato é que See se parece com um Vikings que perdeu o caminho de casa e despencou do barranco (a pretensão era se parecer de alguma forma com Game of Thrones – mas nem de brincadeira). No século 21, um vírus roubou a visão a quase toda a humanidade. Passados vários séculos, o sentido da visão se tornou um mito classificado como bruxaria; a civilização regrediu a sistemas tribais e caminhas às cegas (não resisti). E então a mulher de Momoa dá à luz um casal de gêmeos que enxerga muito bem, e é preciso escondê-los dos caçadores de bruxas. Os três primeiros episódios não sabem se vêm ou se vão; a concepção visual é espalhafatosa mas curiosamente banal; os diálogos são vazios e repetitivos – e nada, mas nada mesmo, empolga. O aspecto mais decepcionante, porém, é que nada na maneira como See é filmada recria a sensação de um mundo envolto na cegueira.
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Re: Apple

Mensagem por E.R » 15 Nov 2019, 08:54

https://veja.abril.com.br/tecnologia/ap ... artphones/

Não faz muito tempo, cada vez que a Apple anunciava o lançamento de um novo produto, o mundo da tecnologia de consumo entrava em frenesi. Primeiro sob a batuta do fundador Steve Jobs e depois já na gestão do executivo-chefe Tim Cook, os figurões do universo digital se reuniam em um auditório em Los Angeles ou São Francisco para ver em primeira mão as novidades, mesmerizados. De imediato, os consumidores mais fiéis, os chamados early adopters, começavam a traçar a estratégia para comprar o produto em questão antes de todo mundo (basicamente juntar dinheiro e escolher a loja em frente à qual passar alguns dias e noites).

Hoje, tais situações se tornaram bem mais raras. Tanto que o lançamento da empresa que mais ouriçou os applemaníacos em 2019 foi o de um minúsculo fone de ouvido à prova de suor, com sensores para cancelamento de ruído externo e preço de 250 dólares nos Estados Unidos — pouco mais de 1 000 reais.

Com uma política de preços altos, acuada pela concorrência agressiva e por novidades cada vez menos bombásticas, a Apple resolveu travar suas batalhas em outro campo. A gigante da tecnologia, ainda posicionado como a empresa mais valiosa do mundo, vai entrar pesado na área de serviços e atuar em um novo nicho : o das assinaturas de celulares.

Por meio do programa, o cliente paga uma tarifa mensal à companhia, o que lhe garante ter sempre um modelo atualizado em mãos, associado a um pacote de benefícios. Com isso, a Apple mantém seu consumidor fiel à tecnologia e sua já polpuda cesta de serviços como iCloud, Apple Music e Apple Pay, entre outros. “Até pouco tempo atrás, a Apple se destacava por oferecer a melhor câmera, os displays mais bem resolvidos, o design mais elegante e os dispositivos mais atraentes. Hoje, isso mudou. Seus últimos produtos têm pouca inovação e são muito semelhantes aos de empresas como Samsung e Huawei, e que custam bem menos”, diz o presidente da consultoria IT Data, Ivair Rodrigues.

O recesso criativo da maçã californiana, além de visível nas prateleiras das Apple Stores, é facilmente constatado nos números. No último trimestre, a Apple amargou queda de 9% nas vendas de iPhone em relação ao mesmo período no ano passado — o lucro líquido da empresa caiu 3%, para 13 bilhões de dólares no último trimestre, em comparação com o mesmo período de 2018. Apesar de ainda serem a principal fonte de receita, os telefones (à venda em seis versões disponíveis no site da empresa com preços entre 3 399 e 9 599 reais) perderam participação nos lucros — foram superados, por exemplo, pelos minifones de ouvido, os AirPods, e pelos iPads.

Entretanto, o crescimento da área de serviços foi exponencial, o que fez a empresa atentar para esse nicho — o avanço no primeiro semestre de 2019 em relação ao mesmo período de 2018 foi de 18%. O mais eloquente sinal de que a próxima novidade será o serviço de assinatura de celulares veio do próprio Tim Cook. “Existem muitos usuários que desejam um pagamento recorrente e o recebimento de novos produtos em algum tipo de padrão. Estamos comprometidos em tornar isso mais fácil”, declarou o executivo há duas semanas.

O novo pacote ainda não tem data definida de lançamento nem preços estabelecidos. Mas funcionaria da seguinte forma : pagamentos mensais dariam direito a armazenamento extra de dados na nuvem da companhia, o iCloud, e ao canal de streaming Apple TV+ — novidade que acaba de chegar ao Brasil neste mês para o confronto com a Netflix.

Além disso, os pagamentos permitiriam a troca automática do iPhone a cada lançamento, sem custo adicional. “Os produtos da Apple são muito caros, principalmente os iPhones, o que leva os consumidores a ter maior disposição para testar os produtos da concorrência, com inovações semelhantes e preços mais atraentes”, diz a analista Tina Lu, da consultoria americana especializada em tecnologia Counterpoint.

Assim como o touchscreen não foi invenção da Apple, a oferta de produtos por meio de assinaturas não é nenhuma novidade. Em meados do século XIX, a americana Singer produzia máquinas de costura inovadoras que passaram a ser rapidamente copiadas pela concorrência. Em 1856, o advogado Edward Cabot Clark, sócio da empresa, criou um sistema batizado de hire-purchase, pelo qual um aluguel mensal de 2 a 10 dólares poderia ser transformado em opção de compra do produto no fim do contrato — ou de troca por um modelo mais novo, com a manutenção das mensalidades. A medida garantiu à companhia o domínio absoluto do mercado por mais de 100 anos.

Nos últimos anos, os clubes de assinatura voltaram a chamar a atenção — tanto dos consumidores como dos fabricantes de bens de consumo. Pesquisa recente da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico mostra que essa modalidade de venda apresentou avanço de 167% no país desde 2015 — 800 empresas oferecem a comodidade. O rol de produtos disponibilizados é variado, desde os mais comuns, como vinhos, livros e artigos para animais domésticos, até os mais caros, como automóveis.

Mesmo entre as grandes da tecnologia, a Apple entrará em território que alguns concorrentes diretos já ocupam há alguns anos. Fabricantes de computadores pessoais como Lenovo, Dell e HP oferecem um serviço similar voltado para empresas. Os pacotes envolvem a troca periódica das máquinas e a atualização de soft­wares a preços preestabelecidos, com assistência técnica incluída nas mensalidades. A HP, por sinal, dispõe de um serviço com máquinas da própria Apple.

Em fevereiro do ano passado, o gigante dos computadores e impressoras, que teve Steve Jobs entre seus estagiários e cujas peças foram usadas por ele para construir seus primeiros computadores, expandiu a linha de pacotes de assinatura para produtos como Macs, iPhones e iPads, em um modelo muito parecido com o que a Apple quer lançar por sua conta. É exatamente o tipo de estratégia que Jobs aplicou com brilhantismo durante toda a sua vida : adaptar as criações alheias para criar produtos cada vez melhores e com isso se manter sempre no topo.
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Re: Apple

Mensagem por E.R » 06 Dez 2019, 14:31

https://www.tecmundo.com.br/dispositivo ... m-2021.htm

O analista Ming-Chi Kuo, que é respeitado pelas previsões acertadas em relação à Apple, publicou um novo documento a investidores com alguns palpites em relação aos modelos de 2020.

Segundo ele, a Apple vai lançar nada menos que cinco dispositivos da linha iPhone no ano que vem.

O analista explica que quatro dos modelos da família iPhone 12 terão tela OLED.

A linha principal terá dispositivos com displays de 5,4", 6,1" e 6,7" — além de um tamanho ainda não confirmado.

A empresa deve voltar a usar a terminologia "Plus" para o dispositivo com tamanho maior, mas não vai abandonar o sufixo "Pro" para os smartphones mais poderosos em especificações técnicas.

Os dispositivos se chamariam, portanto, iPhone 12, iPhone 12 Plus, iPhone 12 Pro e iPhone 12 Pro Max.

Além disso, ele reforça que 2020 finalmente será o ano do iPhone SE 2, que terá um display LCD de 4,7" e deve ser apresentado ainda na primeira metade do ano. O aparelho tem sido alvo de rumores há algum tempo e parte do público de fato espera por um sucessor do iPhone SE, de 2016.
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Re: Apple

Mensagem por E.R » 02 Jan 2020, 06:51

https://epocanegocios.globo.com/Empresa ... hones.html

A Apple está desenvolvendo um projeto para transmitir dados de internet via satélite diretamente para os iPhones.

A iniciativa ainda está em estágios iniciais, mas o CEO da empresa, Tim Cook, já demonstrou interesse pelo projeto e indicou que essa pode ser uma das “prioridades da companhia” neste momento.

A Apple tem uma “equipe secreta” de engenheiros especializados em design aeroespacial, satélites e antenas trabalhando para a construção de uma tecnologia sem fio de última geração.

O objetivo é transmitir dados diretamente para o dispositivo sem que usuário dependa uma operadora de telefonia ou de redes tradicionais

O projeto também permite à companhia explorar satélites para rastrear de forma mais precisa a localização dos smatphones, permitindo mapas aprimorados e novos recursos. Para isso, a Apple espera que os satélites sejam lançados nos próximos cinco anos.
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Victor235
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Re: Apple

Mensagem por Victor235 » 08 Jan 2020, 20:30

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Cristiano Ronaldo surge com iPod de 2005 e acaba gozado
https://www.emdireto.pt/cristiano-ronal ... ba-gozado/
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Re: Apple

Mensagem por E.R » 10 Jan 2020, 00:01

Até que enfim ! A bateria do iPhone dura muito pouco tempo.
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Victor235
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Re: Apple

Mensagem por Victor235 » 10 Jan 2020, 01:28

E essas câmeras aí? Apple tá copiando a Xiaomi ou foi o contrário?
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Re: Apple

Mensagem por E.R » 08 Fev 2020, 09:21

https://www.techtudo.com.br/noticias/20 ... pple.ghtml

A Apple pode estar mais próxima de seguir rivais como Samsung e Motorola na tendência de celulares dobráveis.

A empresa obteve, na última quinta-feira (4), o registro de uma patente nos Estados Unidos que descreve um possível iPhone com display flexível, assim como o Galaxy Fold e o Motorola Razr.
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