Espaço para debates sobre assuntos que não sejam relacionados a Chespirito, como cinema, política, atualidades, música, cotidiano, games, tecnologias, etc.
O aumento no número de pessoas que estão sem sair de casa para trabalhar e se divertir, devido ao avanço do novo coronavírus no País, está provocando alta no tráfego de internet nacional.
Nas noites dos últimos dias 18 e 19 de março, o país bateu recorde em volume de dados, com 10 terabits sendo enviados por segundo (Tb/s), segundo dados do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br).
Enquanto as operadoras ponderam que a capacidade das redes não é infinita e já pedem “uso responsável” aos usuários, especialistas e entidades do setor afirmam que o crescimento até aqui é residual e a infraestrutura está preparada para aguentar a alta na demanda.
Segundo Milton Kaoru Kashiwakura, diretor de projetos especiais e desenvolvimento do NIC.br, entidade que supervisiona a governança da internet no Brasil, o uso de dados aumentou entre 5% e 10% ao longo do dia desde a semana passada. “O pico de 10 Tb/s aconteceu num momento em que, por conta do covid-19, mais pessoas passaram a acessar a internet para fins como trabalho remoto, estudo à distância e busca por entretenimento”, afirma. “Mas não deve ser visto de forma isolada, porque o crescimento tem sido uniforme nas últimas semanas.”
Já de acordo com Julio Sirota, gerente de infraestrutura do IX.br, entidade do NIC.br responsável por criar infraestrutura para trocas de dados entre as redes das operadoras e de grandes empresas, o tráfego dos últimos dias se assemelha a de um fim de semana, com bastante demanda por streaming de vídeo.
O Brasil decidiu não vetar ou limitar a presença da gigante chinesa Huawei no fornecimento de redes para a instalação da tecnologia 5G no Brasil.
O GSI (Gabinete de Segurança Institucional) publicou os requisitos de segurança cibernética a serem exigidos de concessionárias e fornecedores do sistema, cujo leilão no país está previsto para ocorrer no fim deste ano.
A liberação ocorre três dias depois de Jair Bolsonaro conversar com seu colega chinês, Xi Jinping.
Enquanto as operadoras ponderam que a capacidade das redes não é infinita e já pedem “uso responsável” aos usuários, especialistas e entidades do setor afirmam que o crescimento até aqui é residual e a infraestrutura está preparada para aguentar a alta na demanda.
Já imagino que vão, novamente, tentar aprovar a franquia de internet. Na surdina, enquanto todo mundo está distraído falando da pandemia.
Esses usuários curtiram o post de O Gordo (total: 1):
O Gordo escreveu:Já imagino que vão, novamente, tentar aprovar a franquia de internet. Na surdina, enquanto todo mundo está distraído falando da pandemia.
Não acredito. Sempre que tentam isso, o povo da internet se une contra essa medida arbitrária.
A quarentena determinada pela pandemia do coronavírus gerou um aumento de 32% no número de reclamações sobre o serviço de banda larga fixa entre a primeira e a segunda quinzena do mês de março, na Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
Já a demanda pelo serviço aumentou 70%.
O total de consumidores que procuraram a Anatel para reclamar passou de 27,7 mil, nos primeiros quinze dias de março, para 36,5 mil na segunda quinzena, quando foi determinado isolamento social dos que podem ficar em casa.
Segundo a Anatel, o número de reclamações referentes a qualidade, funcionamento e reparo da internet residencial teve o maior aumento entre todas as queixas : 81% de uma quinzena para outra.
Subiu de 8,7 mil para 15,7 mil . Quando se compara março deste ano com o mesmo mês de 2019, a alta é de 11,6%.
Um projeto de lei do Palácio Guanabara quer cobrar das empresas de comércio eletrônico o pagamento de ICMS nos serviços de compra online e criação de sites.
Na justificativa do PL 2320/2020, o chefe do executivo fluminense cita a adequação ao Convênio ICMS 106/2017.
Na prática, a medida pode encarecer em até 18% o preço de produtos e serviços de tecnologia da informação.
O projeto de lei foi aprovado pela Assembleia Legislativa na semana passada e agora está na mesa do governador Wilson Witzel para ser sancionado.
“Se o Rio insistir na criação do ICMS, a medida será considerada bitributação e terminará em uma guerra fiscal entre o estado e os municípios”, argumenta Rodolfo Fücher, presidente da Associação Brasileira das Empresas de Softwares (Abes).
Caso o governador sancione o projeto, o temor da Abes é o imediato aumento dos preços para a população.
Além disso, a judicialização da questão consumiria muito tempo e dinheiro – e, na prática, desestimularia o empreendedorismo no Estado.
O Google anunciou os novos Pixel Buds, os fones de ouvido sem fio da empresa.
Nas cores preta, verde ou laranja, a terceira geração do gadget chega ao mercado americano custando 179 dólares.
Tido como um dos principais rivais dos AirPods, da Apple, os Pixel Buds contam com novidades em sua nova versão.
O acessório traz microfones mais potentes e que permitem captar áudios com mais clareza, o que pode ajudar no uso do Assistente de Voz sem que o usuário necessite acessar o smartphone.
Outra novidade é a ferramenta de tradução instantânea de mais de 40 idiomas. Todo o áudio captado pelo microfone é transcrito e exibido na tela do celular e qualquer palavra que não for compreendida corretamente poderá ser “inserida” na memória do aparelho, através de um processo que utiliza recursos de machine learning.