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Re: Livros

Enviado: 04 Out 2019, 18:44
por Chad'
Não troco de jeito algum um livro físico por um digital. Muita gente, e eu me incluo nisso, prefere ter o livro literalmente em mãos. Legal a iniciativa.

Re: Livros

Enviado: 04 Out 2019, 22:07
por Fola
Também prefiro muito mais ler um livro físico do que um digital. Só faço download de livros que realmente não consigo encontrar em lugar nenhum.

Re: Livros

Enviado: 05 Out 2019, 22:00
por E.R
https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada ... cado.shtml

Especializada em textos de ciências humanas e sociais, mas que também tem coleções voltadas aos clássicos da literatura e um selo infantil, a editora Zahar era parceira da paulistana Companhia das Letras de Luiz e Lilia Schwarcz desde a criação desta última, há 33 anos.

As empresas, por exemplo, distribuíam os livros uma da outra em seus respectivos estados. Quando havia uma Bienal no Rio, a Zahar cuidava do estande da parceira, e na versão paulista do evento, a Companhia retribuía a gentileza.

O contrato de venda da Zahar para a Companhia das Letras foi assinado na quarta (2) e o valor do negócio é mantido em sigilo.

A aquisição segue uma tendência mundial de compras de editoras formando grandes conglomerados.

A Companhia das Letras, maior grupo editorial brasileiro, já havia adquirido a também carioca Objetiva, há três anos, aumentando sua fatia no mercado editorial.

A compra da Zahar, de médio porte, fará o grupo orbitar em cerca de 12%.

Re: Livros

Enviado: 07 Out 2019, 22:47
por Polegar
Zahar lança clássicos com qualidade. Curto muito ela e a Nova Fronteira.

Re: Livros

Enviado: 08 Out 2019, 13:10
por E.R
https://www1.folha.uol.com.br/seminario ... uido.shtml

O conjunto de bibliotecas públicas brasileiras é insuficiente, apesar de avanços pontuais.

São 6.057 unidades, ou uma para 34,5 mil habitantes, sendo que mais de um terço delas se concentra no Sudeste, de acordo com os dados mais recentes do SNBP (Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas), de 2015.

A questão não é apenas quantidade, como lembra Adriana Ferrari, presidente da Febab (Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários, Cientistas da Informação e Instituições).

É preciso ver se a instituição é acessível, se tem um bom acervo, se funciona aos finais de semana e se oferece serviços significativos à comunidade.

A Febab trabalha para definir parâmetros de avaliação adequados ao Brasil, capazes de orientar, especialmente, a conversa com prefeitos.

No Rio de Janeiro, a Biblioteca Nacional se prepara para fazer várias reformas, depois de obter R$ 21,9 milhões junto ao Fundo de Direito Difuso do Ministério da Justiça.

Re: Livros

Enviado: 10 Out 2019, 15:25
por E.R
https://www1.folha.uol.com.br/seminario ... asil.shtml

A chegada de grandes empresas de audiolivros promete acelerar o crescimento do setor no Brasil.

A companhia sueca Storytel começou as operações no país oficialmente neste mês, em um esquema de assinatura similar ao da Netflix, com uma mensalidade de R$ 27,90.

Presente em 18 países, a empresa existe desde 2005 na Suécia, onde comanda 40% do mercado de streaming de áudio. Em 2018, teve um crescimento de 37% na receita.

Os assinantes do serviço — que já somam 1 milhão de pessoas — têm acesso a mais de 300 mil títulos, entre audiobooks, podcasts, séries e canais de informação.

Só em 2018, a Storytel produziu 5.000 conteúdos em 17 idiomas.

Entre os produtos exclusivos do catálogo brasileiro estão podcasts de personalidades como a Monja Coen e a astróloga Madama Brona.

“O áudio é para quando você está com a cabeça livre e o corpo ocupado”, afirma André Palme, gerente da Storytel no país.

Por isso, diz ele, os conteúdos são mais acessados nos intervalos entre as tarefas diárias, como no deslocamento em transporte público.

A empresária Virginia Cruz, 33, começou a escutar audiolivros há um mês. “Como parte do meu trabalho é manual, escuto enquanto estou trabalhando e, principalmente, quando estou cozinhando ou dirigindo.” Em uma semana, escuta, em média, três livros.

Outra companhia sueca que já tem planos para operar no Brasil é a Word Audio, fundada em 2006. Carlo Carrenho, brasileiro que assumiu o desenvolvimento dos livros narrados brasileiros e de parcerias com editoras, diz que a empresa pretende lançar o serviço no país até o fim do ano.

Para crescer por aqui, ele aposta em títulos de autoajuda e não ficção, como os do escritor Laurentino Gomes, por ter uma leitura leve.

“Acho que é cedo, mas, se no mundo inteiro está crescendo, não tem porque no Brasil ser diferente”, diz Carlo Carrenho.

Re: Livros

Enviado: 11 Out 2019, 23:52
por Dias
Alguém já usou um anel desses da foto pra ler? Estou pensando em comprar um pra ler no trem no caminho para a faculdade. Tenho muita dificuldade pra abrir o livro com apenas uma das mãos. Só acho que eles são mais caros do que eu imaginava que eles seriam.

Outra, porque não existe (ou quase não existe) livro não-didático de arame ou espiral?

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Re: Livros

Enviado: 11 Out 2019, 23:57
por Polegar
Você é maneta?

Re: Livros

Enviado: 12 Out 2019, 10:31
por Dias
Churrumín Moscattelo escreveu:Você é maneta?
Nesse caso pode-se considerar que sim, pois tenho que segurar a mochila com uma das mãos.

Re: Livros

Enviado: 12 Out 2019, 21:30
por Polegar
Sobre os espirais é bem lógico. Didáticos, manuais, etc., são usados apenas um determinado momento de nossas vidas. Muitas vezes vamos riscá-los, transportá-los, gastá-los, até cumprirem a função e descartarmos. Então precisam de uma encadernação barata, simples e prática. Principalmente para virarmos a página toda. Nesse meio também entram revistas e livretos grampeados, por exemplo.

Todo o resto da literatura é concebido para durar. Histórias, dicionários, enciclopédias... Então nada mais justo que a lombada. Tanto que quando queremos preservar apostilas ou revistas, mandamos reuni-las em lombadas. Simples.

Re: Livros

Enviado: 13 Out 2019, 22:13
por E.R
https://www1.folha.uol.com.br/seminario ... uisa.shtml

A presença da biblioteca escolar tem efeito positivo no desempenho dos alunos em avaliações de português e matemática.

Esse efeito é ainda mais forte quando se observa os estudantes das escolas mais vulneráveis, que estão no menor terço do Inse (Indicador de Nível Socioeconômico das Escolas de Educação Básica).

As conclusões são do estudo "Retratos da Leitura em Bibliotecas Escolares", realizado pelo IPL (Instituto Pró-Livro), em parceria com o Insper (Instituto de Ensino e Pesquisa) e a empresa OPE Sociais.

A análise não para por aí.

"O primeiro objetivo era medir o impacto das bibliotecas escolares. O segundo, descobrir que aspectos precisam ser garantidos para que tenham esse impacto", diz Zoara Failla, coordenadora do estudo.

A universalização das bibliotecas nas instituições de ensino do país está prevista na lei 12.244, de 2010.

O PNE (Plano Nacional de Educação) prevê a instalação do equipamento em todas as escolas até 2024.

Contudo, diz Zoara, as normatizações não deixam claro o que esses espaços precisam ter e como devem funcionar.

A meta do estudo é orientar as políticas públicas. Com isso em mente, a equipe ouviu profissionais de 465 escolas públicas, de todas as regiões do país.

Todas elas contam com uma biblioteca ou sala de leitura — o que já faz delas uma exceção.

Segundo o Censo MEC de 2017, 61% das escolas públicas não dispõem de biblioteca ou sala de leitura.

Em cada escola pesquisada foram feitas entrevistas com diretor, professor de português e responsável pela biblioteca.

Eles responderam 60 questões informando se a biblioteca funcionava todos os dias, se tinha computadores com acesso à internet, se oferecia empréstimo domiciliar etc.

Isso permitiu ver como eles avaliavam a biblioteca nas áreas : espaço físico; acervo; atendimento e pessoal; serviços e atividades curriculares e extracurriculares; recursos eletrônicos.

Os resultados mostraram que escolas onde a biblioteca dispõe de espaço bem iluminado, com mobiliário adequado, se saem melhor no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica : apresentam Ideb 0,2 maior em relação às que têm biblioteca, mas sem a estrutura física adequada.

Re: Livros

Enviado: 13 Out 2019, 22:15
por Polegar
Vocês que tem livros, como guardam? Em armários, prateleiras, estantes, ou tem alguém mais riquinho aí que possui biblioteca/escritório? :vamp:

Re: Livros

Enviado: 17 Out 2019, 02:47
por E.R
https://blogs.oglobo.globo.com/lauro-ja ... rasil.html

A HarperCollins comprou os direitos para publicação da biografia de Tiger Woods.

O livro será publicado em todos os países em que a editora está presente, inclusive no Brasil.

No entanto, ainda não há data para o lançamento em português.

Escrita pelo próprio atleta com apoio da família e de amigos, "Back" é uma narrativa íntima e sincera da trajetória de Tiger Woods nos campos e fora dele. Será o primeiro e único relato feito pelo próprio.

Re: Livros

Enviado: 19 Out 2019, 00:05
por E.R
https://veja.abril.com.br/blog/radar/be ... epaginado/

Apostando na onda de mudanças do mercado financeiro do país – com taxas de juros mais baixas – a editora Sextante relança em novembro, com conteúdo atualizado, o livro "Investimentos Inteligentes", de Gustavo Cerbasi, guru das finanças e planejamento econômico.

A obra já vendeu mais de 200.000 exemplares.

Re: Livros

Enviado: 22 Out 2019, 20:02
por E.R
https://blogs.oglobo.globo.com/lauro-ja ... rasil.html

A editora Zahar, agora sob a direção do Grupo Companhia das Letras, comprou o direito de publicação de dois livros da dupla Esther Duflo e Abhijit Banerjee, casal ganhador do prêmio Nobel de Economia.

É a primeira aquisição da editora sob o novo comando. O acerto foi fechado na Feira do Livro de Frankfurt.

"Good economics for hard times" e "Poor economics : A radical rethinking of the way to fight global poverty" devem ser publicados em 2020 e 2021, respectivamente.

O primeiro livro defende que a economia, quando bem aplicada, pode ajudar a lidar com problemas econômicos críticos, como imigração e desigualdade, globalização e interrupção tecnológica, desaceleração do crescimento e aceleração das mudanças climáticas.

Na segunda publicação, traduzida para mais de 17 idiomas, os autores miram uma abordagem experimental que se tornou referência sobre o combate à pobreza.