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Re: Finanças dos Clubes
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MensagemEnviado: 06 Mar 2018, 20:33 
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. Adidas é a nova fornecedora de material esportivo do São Paulo - http://maquinadoesporte.uol.com.br/artigo/conselho-do-sao-paulo-aprova-adidas-e-globo_34068.html

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Re: Finanças dos Clubes
MensagemEnviado: 19 Mar 2018, 04:23 
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O ESTADO DE S.PAULO

Com contratos de publicidade encerrados desde dezembro de 2017, onze clubes da Série A do Campeonato Brasileiro continuam a estampar a marca da Caixa Econômica Federal em seus uniformes e ações de marketing à espera de uma possível renovação.

Sem contrato, a exposição é gratuita – bom negócio para a marca da empresa pública, maior patrocinadora do futebol brasileiro, que já está há dois meses e meio nas vitrines de Estaduais que chegam às fases decisivas e outros torneios regionais pelo País.

O Estado teve acesso a todos os contratos encerrados em 31 de dezembro, com doze equipes da Série A deste ano : América-MG, Atlético-MG, Atlético-PR, Bahia, Botafogo, Ceará, Cruzeiro, Flamengo, Santos, Sport, Vitória e Vasco. Apenas o Vasco não utiliza mais a marca da Caixa.

Apesar de não haver menção nos contratos à possibilidade de continuarem expondo a logo do banco, há permissão. “Os clubes, quando assinam o contrato, também podem assinar um termo à parte para licença de uso da marca, que permite o uso da marca Caixa (sem ônus para o clube) até que sejam definidos os patrocinadores do período seguinte”, informa a instituição, que negocia novos contratos. Até agora, nenhum foi oficialmente anunciado.

As equipes evitam comentar a exposição gratuita da logo e o andamento das negociações com a Caixa. É o caso de clubes como Atlético-MG, Bahia e Flamengo, que emitiram ao Estado notas semelhantes.

“O Flamengo continua negociando com a Caixa, um parceiro de longo prazo, e tem plena confiança, assim como o parceiro, na renovação”, informa o clube rubro-negro. “O clube não faz qualquer uso de qualquer marca sem esse direito ou concessão e respeita as cláusulas de sigilo sobre valores em negociações com seus parceiros.”

Santos e América-MG confirmam que não há aditivo ao contato original. De acordo com o clube mineiro, a continuidade da exposição da marca tem a ver com passar a ideia de que a parceria entre clube e banco não acabou. “Não houve aditivo, mas como havia o interesse mútuo na renovação, as duas partes entenderam que a continuidade da exposição da marca era importante, para não transmitir a ideia de um hiato na parceria”, diz o América.

Para Pedro Daniel, executivo da BDO, empresa de consultoria de marketing esportivo, a situação ajuda a entender o funcionamento do mercado em relação ao patrocínio no futebol. “Expor uma marca sem contrato é uma sinalização de que aquele produto ou espaço não está tão atrativo, infelizmente”, analisa. “Para o clube, um espaço vazio desvaloriza a camisa, faz ela perder valor numa nova negociação. E, no caso de uma conversa em andamento, ajuda na argumentação. É uma forma do clube mostrar que está disposto a continuar a parceria. E quanto à patrocinadora, se não fosse interessante para a empresa, ela já teria feito uma sinalização para que sua marca fosse retirada.”

A Caixa injetou mais de R$ 145 milhões em clubes de futebol em 2017, com patrocínio e bônus por títulos conquistados. Foram 26 clubes patrocinados no ano.

Os maiores contratos foram com Flamengo, que recebeu R$ 25 milhões em seu quinto acordo firmado com a instituição, e Corinthians, que encerrou em abril seu quarto contrato de R$ 30 milhões.

Desde 2012, quando a empresa começou a patrocinar clubes de futebol, o valor investido já soma mais de R$ 535 milhões. Em 2017, os menores contratos foram de R$ 1,5 milhão, com times como CRB, Criciúma e Londrina. Os menores contratos com equipes da Série A foram de R$ 4 milhões, com AtléticoGO, Ponte Preta e Avaí.

“Um dos objetivos é fomentar a prática do esporte, proporcionando condições para o bom desempenho no cenário desportivo nacional e internacional, além de contribuir para o saneamento fiscal dos clubes, corroborando com o compromisso da instituição com a execução de políticas públicas de educação e desporto”, informa a instituição. “Além do retorno em imagem e exposição de marca, os patrocínios visam transmitir ao público mensagem de dinamismo e agilidade e são instrumentos para obtenção de contrapartidas que permitem utilizar o futebol como ferramenta para a prospecção e fidelização de clientes, alcançando todas as classes sociais.”

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Re: Finanças dos Clubes
MensagemEnviado: 21 Mar 2018, 05:12 
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DIOGO DANTAS - EXTRA

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Responsável por R$ 43 milhões de lucro e segunda fonte de receita do Flamengo no ano passado, o programa Nação Rubro-Negra dá mostra de esgotamento com seu modelo baseado na reconstrução financeira do clube e no apelo de jogos no Maracanã.

Depois de superar a barreira dos 100 mil integrantes, em junho de 2017, o plano perdeu mais de 25 mil sócios e hoje é o oitavo colocado no ranking nacional, recém-ultrapassado pelo Cruzeiro.

Sem o estádio e também sem público nas primeiras rodadas da Libertadores, por ocasião da punição da Conmebol, o clube viu o quadro se agravar no começo da temporada e busca alternativas para melhorar o atendimento e os benefícios, enquanto a presença nos jogos, principal objetivo, fica em segundo plano. A primeira partida de maior interesse dos torcedores do Flamengo será apenas em maio, contra o Emelec.

— A punição na Libertadores certamente foi um dos fatores para a queda que tivemos — atribuiu o diretor de marketing Bruno Spindel.

Mas não foi o único. Sem um sistema de fidelização, que premia a assiduidade dos torcedores e o tempo como sócios, o Flamengo incentiva que o plano seja cancelado por quase metade da temporada, e os associados o renovem perto de partidas de grande importância. Um exemplo foi a final da Copa do Brasil do ano passado. Uma nova adesão em um plano mais caro e o torcedor tinha prioridade na compra. Tanto sobre os sócios de planos mais baratos como sobre os do plano OFF-Rio, que têm poucos benefícios e não conseguem acompanhar o time nem em suas cidades. O Flamengo pretende mudar isso. Mas não sabe quando.

— Vamos reconhecer o tempo de associação ininterrupta do sócio-torcedor e sua frequência no estádio. A mecânica e implementação estão em fase inicial e ainda não é possível estabelecer um prazo — revelou Bruno Spindel.

A falta de resultados expressivos do time também influencia na debandada. Com a direção do futebol desalinhada ao que a torcida cobra, a presença de ídolos, desde a chegada de Diego, não tem sido suficiente para manter o programa com adesão regular.

O Nação Rubro-Negra foi propagado desde o princípio como uma ajuda da torcida para a formação de um elenco de peso. Acabou focado mais nos recursos que gerava, segundo o clube, exclusivamente ao futebol, do que em um serviço oferecido ao cliente exigente.

— O objetivo do programa, como tudo no clube, é possibilitar a contratação de grandes atletas e proporcionar vitórias e títulos ao Flamengo. O foco é vencer, fortalecer o futebol. Nunca foi outro e não vai deixar de ser esse. O torcedor, através do programa, pode ser ainda mais protagonista das nossas vitórias. E é evidente que estamos sempre pensando em melhorar a experiência dos nossos torcedores. Não estamos parados — prometeu Bruno Spindel.

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Re: Finanças dos Clubes
MensagemEnviado: 22 Mar 2018, 18:00 
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Re: Finanças dos Clubes
MensagemEnviado: 20 Abr 2018, 05:09 
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O ESTADO DE S.PAULO

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O Mogi Mirim está em apuros.

O tradicional clube do interior paulista tem dívidas de R$ 20 milhões, problemas jurídicos e resultados ruins.

Depois de acumular o quarto rebaixamento em dois anos, a diretoria avalia medidas mais enérgicas, como o licenciamento de competições e a venda do estádio.

No próximo fim de semana o time estreia no Brasileiro da Série D, contra o Prudentópolis (PR).

Os jogos do clube na competição serão em Águas de Lindoia, já que o estádio Vail Chaves, em Mogi-Mirim, está interditado pela falta de laudos de liberação.

Ser mandante, aliás, tem sido um problema. O imbróglio em Mogi levou o clube a disputar o Campeonato Paulista da Série A-3 na cidade vizinha de Itapira, onde o público pouco compareceu. Em alguns jogos a presença foi inferior a cem pagantes. Em campo, o Mogi Mirim fez a pior campanha e acabou rebaixado para a quarta e última divisão do futebol estadual.

O resultado é mais uma etapa do declínio de quem em 2012 foi semifinalista do Estadual e permaneceu na elite até 2016, quando iniciou a dura rotina de ter pelo menos um rebaixamento por ano.

O Sapão despencou uma divisão por temporada no Paulista e no ano passado caiu da Série C para a Série D do Brasileiro. No calendário de 2018 o clube disputa ainda a competição nacional e passará o restante dos meses analisando o que pode fazer para recuperar o prestígio perdido nos últimos anos.

O cenário caótico faz a diretoria estudar ações drásticas.

Fora a possível venda do estádio e o licenciamento de competições, o clube chegou a avaliar não disputar a Série D.

“O clube tem varias dívidas, muitas ações trabalhistas. A gente vai ter que analisar um caminho para pagar isso e também os fornecedores. A gente quer evitar se desfazer do estádio porque é um patrimônio, mas nada está descartado. Vão se os anéis e ficam os dedos”, disse o presidente do Mogi Mirim, Luiz Henrique de Oliveira.

O dirigente assumiu o comando em 2015 como sucessor de Vitor Manuel Simões, a quem Rivaldo passou o cargo. O pentacampeão mundial pelo Brasil se afastou do clube, vendeu a casa na cidade e se afastou do Mogi Mirim.

Nos bastidores, o Sapão enfrenta dívidas trabalhistas e problemas de organização.

“A gente ainda está estudando alternativas. Não há muita perspectiva. É muito difícil conseguir apoio. O licenciamento das competições por dois anos pode ser uma solução para depois o clube voltar à ativa”, explicou o presidente.

O elenco deste ano foi viabilizado por uma parceria com um grupo de empresários.

O acordo dura somente até dezembro, quando será necessário remontar todo o plantel caso o Mogi queira disputar a quarta divisão estadual.

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Re: Finanças dos Clubes
MensagemEnviado: 30 Abr 2018, 23:48 
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http://maquinadoesporte.uol.com.br/artigo/cruzeiro-renova-patrocinio-com-caixa-por-r-168-milhoes_34390.html

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O Cruzeiro formalizou em sua sede administrativa, a renovação de contrato com a Caixa, que, assim, permanecerá como patrocinadora máster do time mineiro por mais um ano.

O acordo foi assinado na presença do presidente da clube, Wagner Pires de Sá, do superintendente regional da empresa, Jânio Antunes, e de outros representantes do Cruzeiro e da Caixa.

De acordo com o site oficial do Cruzeiro, o novo acordo tem um valor total de R$ 16,8 milhões.

No entanto, o valor fixo recebido pelo time será de R$ 10 milhões.

O montante fica R$ 1 milhão abaixo do que o clube recebeu no ano passado.

A diminuição do valor se deve a uma exposição menor na camisa do time, já que, este ano, a marca da Caixa estampará apenas a parte da frente da camisa celeste, e não mais a frente e as costas como no ano passado.

Segundo o contrato, os R$ 6,8 milhões restantes vão depender do próprio Cruzeiro. Se o clube conquistar os títulos dos campeonatos que tem pela frente (Campeonato Brasileiro, Copa do Brasil e Copa Libertadores), chegará ao valor total acertado com a instituição financeira.

“Formalizamos a renovação com a Caixa Econômica Federal. É de uma relevância enorme o apoio da empresa aos clubes e aos projetos culturais e educacionais. É um prazer imenso ter a Caixa como nossa companheira”, declarou Wagner Pires de Sá.

“Estamos indo para o terceiro ano de parceria com o clube. O Cruzeiro é uma das marcas mais importantes do futebol, é conhecido no planeta inteiro e ajuda a levar a marca da Caixa até onde ela ainda não tinha chegado. A Caixa tem se internacionalizado cada vez mais, e temos a certeza de que com o Cruzeiro a gente continuará atingindo um público apaixonado, que segue o Cruzeiro e que seguirá também a Caixa”, afirmou Jânio Antunes.

Agora, com a renovação de seu patrocínio máster assegurada, o Cruzeiro corre atrás de um aporte para as mangas da camisa.

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Re: Finanças dos Clubes
MensagemEnviado: 04 Mai 2018, 13:16 
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