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Re: Dilma Rousseff
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MensagemEnviado: 28 Mar 2014, 17:38 
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A Maria do Rosário vai ser candidata a deputada. O candidato a governador será o Tarso Genro.

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Re: Dilma Rousseff
MensagemEnviado: 11 Abr 2014, 22:52 
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http://www.istoe.com.br/reportagens/357453_CONTA+PENDURADA+PARA+2015

Na tarde chuvosa do dia primeiro de janeiro de 2011, Dilma Rousseff recebeu de Luiz Inácio Lula da Silva a faixa presidencial e a administração de um país com economia estabilizada, inflação sob controle e uma Petrobras que lucrava R$ 35 bilhões ao ano.

O vencedor das eleições de 2015 não terá o mesmo privilégio. A conta que vem para o sucessor de Dilma ou mesmo para ela enfrentar, caso seja reeleita, será salgada.

Isso porque, de olho nas eleições, o governo adiou a adoção de medidas impopulares, mas que são necessárias, ao conter artificialmente as tarifas de combustíveis e eletricidade e expandir subsídios.

Por isso, a partir do próximo ano, serão inevitáveis para quem estiver governando o país iniciativas amargas para a população, como o aumento dos combustíveis e da conta de energia elétrica. E para evitar impacto forte sobre a inflação de 2015 serão necessárias medidas de contenção que geralmente afetam o consumo e a geração de empregos, além da política de reajuste do salário mínimo.

Em todo ano eleitoral costuma ocorrer o mesmo. Governantes, independentemente de partidos e ideologias, resistem a levar a cabo às vésperas da eleição iniciativas que possam desgastar sua imagem perante o eleitorado.

Ocorre que muitos desses problemas que se acumularão para o próximo ano poderiam ter sido evitados, se não fossem equívocos gerenciais cometidos pelo governo.

Em 2003, Dilma Rousseff era ministra de Minas e Energia e caiu nas graças do então presidente Lula ao reformar o sistema de distribuição elétrica, criando um arranjo com termelétricas para socorrer o abastecimento em época de seca. O plano de Dilma incluía a interligação das linhas de transmissão para deslocar energia de Estados que produziam muito para outros que estivessem deficientes. A ideia foi considerada genial, pois foi adotada como resposta do governo petista ao racionamento tucano de 2001. À época, os consumidores foram obrigados a reduzir o consumo por oito meses e, quando o fornecimento voltou ao normal, a tarifa foi reajustada. Assim, Dilma ganhou o status de grande gestora. Uma década depois, Dilma, sob o pretexto de inovar a gestão do setor, criou, em 2012, mecanismos para forçar a redução da tarifa elétrica. Em pouco mais de um ano, a medida popular se transformou em uma dor de cabeça para o governo.

Nem todas as empresas concessionárias aderiram à proposição, feita por meio de medida provisória, e o governo terá de desembolsar R$ 20 bilhões para subsidiar as distribuidoras de energia elétrica que não conseguiram operar no mercado regulado pelo Estado. O governo jogou a toalha e admitiu que não poderá continuar com o prejuízo. Com isso, o aumento da tarifa da energia elétrica será repassado ao consumidor. O governo ainda conseguiu empurrar o impacto da ação para 2015. Depois das eleições, o consumidor deve esperar aumento de 15% a 20% na conta de luz.

Os aumentos na conta de luz e na bomba de gasolina ficarão para 2015, mas nos últimos três meses as famílias não conseguiram encher os carrinhos nos supermercados e voltar para casa pagando a mesma conta. O aumento consecutivo no custo dos alimentos em 2014 alertou os analistas econômicos para o risco de a inflação bater no teto estabelecido pelo próprio governo. A equipe econômica argumenta – contra os que chama de “alarmistas” – que o preço dos mantimentos subiu devido à mesma estiagem que colocou as termelétricas para operar. Os serviços, que também puxaram os índices, ficaram mais caros em março graças à grande demanda do turismo de Carnaval. Mas, para o consumidor, o trauma das máquinas de remarcar preços do início da década de 1990 ainda segue vivo na memória. O Planalto está preocupado. Inflação alta foi o que ajudou a puxar a queda de popularidade da presidenta na última pesquisa Datafolha.

Aliados do senador Aécio Neves (PSDB-MG), adversário de Dilma na corrida presidencial, já pegam carona nos números do mercado para atacar o governo. “A inflação é resultante da péssima gerência dos gastos públicos e da perda de credibilidade do Brasil junto aos investidores internacionais”, afirma o senador Cyro Miranda (PSDB-GO).

Outra questão que o governo terá de enfrentar a partir do próximo ano é a política de reajuste do salário mínimo. Em 2011, o governo aprovou lei que garantia aumento real do salário, independentemente do patamar da inflação. A lei de reajuste do salário mínimo é datada e precisa ser renovada em 2015. Analistas garantem que a medida ajuda a indexar os preços e contribui para a alta inflacionária. Agora, às vésperas da eleição, o governo precisa sinalizar se pretende ou não manter a política de recuperação do salário mínimo, mesmo se o preço a pagar for mais inflação.

O ano de 2015 promete ser de austeridade em todas as áreas. Na análise do cientista político Carlos Melo, Dilma Rousseff pegou o governo ao fim do ciclo de “16 anos exitosos” dos governos Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva. Os oito anos de FHC, pontua Melo, se destacaram por melhorias institucionais e Lula conseguiu promover transformações históricas na área social nos seus dois mandatos. Ao fim do ciclo, o Brasil vivenciou um “esgotamento dos mecanismos” que coroaram as administrações anteriores. Para dar sequência aos anos de ouro, Dilma teria de apelar para a política, reunir a classe política e a iniciativa privada em grandes agendas para investir nos gargalos estruturais que ainda travam o desenvolvimento do país. As medidas impopulares para 2015 são imprescindíveis, afirma o cientista político.

Carlos Melo acredita que sairá na frente o candidato que tiver a coragem de dizer isso claramente à população, em vez de usar a criatividade para lançar subterfúgios de curto prazo. “É preciso inverter a lógica dos marqueteiros e falar claramente: temos esses problemas e vamos resolver assim. Mas somente um líder com credibilidade poderia conquistar a confiança da população para dizer que o esforço de 2015 garantirá uma vida melhor em 2018. Para isso, é preciso política. Os gerentes são fundamentais para qualquer governo, mas não o bastante”, afirmou.

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Re: Dilma Rousseff
MensagemEnviado: 11 Abr 2014, 23:20 
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O governo vem empurrando tudo com a barriga há anos. Desde a "marolinha" lá do Lula. O problema é que uma hora a conta chega. 2015 vai ser feroz... Quem protestou por 20 centavos no ano passado vai sentir bem mais que isso no bolso.


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Re: Dilma Rousseff
MensagemEnviado: 18 Abr 2014, 11:47 
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Re: Dilma Rousseff
MensagemEnviado: 21 Abr 2014, 03:54 
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Com o aumento da inflação, a tendência é a Dilma perder ainda mais popularidade neste ano.

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Re: Dilma Rousseff
MensagemEnviado: 01 Mai 2014, 06:55 
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Dilma anuncia aumento do Bolsa Família e medidas para educação e saúde.

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Re: Dilma Rousseff
MensagemEnviado: 01 Mai 2014, 19:24 
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Re: Dilma Rousseff
MensagemEnviado: 02 Mai 2014, 11:23 
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Re: Dilma Rousseff
MensagemEnviado: 02 Mai 2014, 12:12 
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http://oglobo.globo.com/economia/pacote-de-dilma-custara-9-bilhoes-dificultara-cumprimento-da-meta-fiscal-12359350

O pacote anunciado pela presidente Dilma Rousseff na véspera do Dia do Trabalho pesará sobre as contas públicas. Somente a correção de 4,5% na tabela do Imposto de Renda (IR) da Pessoa Física em 2015 e o reajuste de 10% nos benefícios do programa Bolsa Família a partir de junho deste ano terão impacto de quase R$ 9 bilhões no Orçamento federal até o fim do ano que vem.

Segundo cálculos do economista Felipe Salto, da consultoria Tendências, para o GLOBO, em 2014, o reajuste do Bolsa Família aumentará as despesas públicas em R$ 1,3 bilhão.

Já em 2015, o impacto chega a R$ 2,3 bilhões e será combinado com renúncia fiscal de R$ 5,3 bilhões, decorrente da correção da tabela do Imposto de Renda de pessoas físicas.

Especialistas consideram que as medidas dificultam a tarefa da equipe econômica de realizar o superávit primário (economia para o pagamento de juros da dívida pública) tanto em 2014 quanto em 2015. Com receitas prejudicadas pelo fraco desempenho da economia e por desonerações tributárias e despesas elevadas, o governo foi obrigado a reduzir a meta fiscal deste ano, que está em R$ 99 bilhões, ou 1,9% do PIB.

Para 2015, o compromisso, fixado na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) enviada ao Congresso, é de R$ 143,3 bilhões, ou 2,5% do PIB, podendo, no entanto, ficar em R$ 114,7 bilhões, ou 2% do PIB.

— São medidas importantes, pois a tabela do IR estava defasada e o Bolsa Família é um instrumento importante de redução de pobreza, mas a presidente está contratando uma despesa adicional perigosa — afirmou Felipe Salto.

Técnicos do governo não querem correr risco de não cumprir a meta de 2014. No entanto, afirmam que “o cobertor é curto”, especialmente no momento em que o setor elétrico passa por problemas que obrigaram o Tesouro Nacional a se comprometer com um aporte de R$ 13 bilhões na Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) este ano.

Por isso, o Ministério da Fazenda está passando um pente fino na área tributária para saber se algum setor pode ter alíquotas ajustadas para reforçar a arrecadação. A primeira vítima foi o segmento de bebidas, cuja carga de impostos foi elevada duas vezes em menos de um mês, resultando num aumento de receita de R$ 1,7 bilhão.

A presidente decidiu beneficiar as 9 milhões de famílias que fazem parte do programa Brasil Sem Miséria com um reajuste de 10%. Essas pessoas estão na faixa de renda mais baixa do Bolsa Família. Segundo Felipe Salto, o benefício médio do grupo subirá de R$ 213 para R$ 234,30.

Para Sergio Vale, da MB Associados, destaca o caráter político das medidas :

— O jeito mais fácil de ganhar votos é dar mais benesses para a população. E o superávit primário vai derretendo.

O professor do Instituto de Economia da UFRJ João Saboia considerou as medidas positivas, principalmente o reajuste de 10% do Bolsa Família. Para ele, é necessário institucionalizar os reajustes, como foi feito com o salário mínimo :

— Não tem regra clara, fica dependente do jogo político. Sou a favor de dar dinheiro para os muito pobres. A presidente está sob pressão, e são medidas de cunho popular.

Em clima de campanha eleitoral, a presidente Dilma se comprometeu a manter a política de valorização do salário mínimo. A regra de reajuste termina no fim de 2015 e determina que o salário seja corrigido pela inflação do ano anterior medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) e pelo Produto Interno Bruto (PIB, soma de bens e serviços produzidos no país) de dois anos antes.

Dilma não deu detalhes, mas segundo cálculos do economista do Ipea, Marcelo Caetano, o impacto sobre a Previdência Social seria de R$ 50 bilhões em 4 anos.

A conta considera apenas o ganho real (acima da inflação), acumulado no período. De acordo com a estimativa, o salário mínimo sobe dos atuais R$ 724,00 para R$ 805,00 em 2018. Quase 70% dos beneficiários da Previdência ganham o equivalente a um salário mínimo.

— Em algum momento, essa política terá que ser repensada diante da pressão de gastos sobre os benefícios previdenciários e assistenciais — disse.

Marcelo Caetano destacou que se o governo quiser manter a fórmula atual terá que aumentar impostos ou aplicar menos em áreas como educação e saúde, além de sacrificar investimentos, para cobrir o déficit da Previdência, o que já vem ocorrendo. No ano passado, o regime de aposentadoria registrou resultado negativo de R$ 51,2 bilhões, já descontada a inflação — o equivalente a 1% do PIB.

A política atual do aumento do salário mínimo também pesa nas contas do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), que está deficitário e necessita de aportes do Tesouro para pagar o seguro-desemprego e abono salarial (PIS). No ano passado, o gasto com esses benefícios atingiu R$ 46,5 bilhões.

Para Margarida Gutierrez, professora da Coppead/UFRJ e especialista em contas públicas, o salário mínimo deveria ser reajustado apenas pela inflação.

— Isso cria uma bomba relógio nas contas públicas, e está na hora de trazer a inflação para baixo.

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Re: Dilma Rousseff
MensagemEnviado: 02 Mai 2014, 12:37 
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O texto está certo no que diz respeito à política de reajuste do mínimo, mas colocar o reajuste da tabela de IR como renúncia fiscal é uma piada. A tabela deveria sempre ser automaticamente reajustada com a inflação, e há anos ela sobe menos que a inflação. Na prática não há renúncia fiscal, e sim aumento de impostos. Cada vez mais gente entra em faixas mais altas do IR.

E esse reajuste do Bolsa Família vem tarde também. O benefício está há anos congelado, já foi muito corroído pela inflação. Esses 10% chegam a ser irrisórios...


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Re: Dilma Rousseff
MensagemEnviado: 02 Mai 2014, 23:16 
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Odeio esse governo imundo do PT :angry:

Estou começando a sentir falta do FHC , pelo menos no tempo dele não tinha censura na mídia em geral -_-


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Re: Dilma Rousseff
MensagemEnviado: 02 Mai 2014, 23:21 
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Pelamor, cara

Naquela época só não censuravam a internet por falta de internet pra censurar. uheauhehahueahueauheauhuheauhea

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Re: Dilma Rousseff
MensagemEnviado: 03 Mai 2014, 00:02 
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Se não se cuidar, a Dilma ganha a porta da rua nessa eleição...

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Re: Dilma Rousseff
MensagemEnviado: 03 Mai 2014, 01:05 
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http://g1.globo.com/politica/eleicoes/2014/noticia/2014/05/pt-aprova-indicacao-de-dilma-e-lula-afirma-que-nao-ha-outro-candidato.html

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O 14º Encontro Nacional do PT formalizou na noite desta sexta-feira (2), em São Paulo, a indicação da presidente Dilma Rousseff como candidata à reeleição pelo partido. A oficialização da candidatura se dará somente em junho, na convenção nacional do PT.

No evento, petistas buscaram esvaziar o chamado movimento "Volta Lula".

Os dois entraram juntos no auditório do centro de convenções do Anhembi e foram recepcionados pela plateia de cerca de 800 delegados do PT sob aplausos e aos gritos de "Um, dois, três, Dilma outra vez".

A presidente Dilma Rousseff disse ao começar a discursar que o lançamento de sua pré-candidatura à eleição de outubro é uma prova da confiança mútua entre ela e Lula.

“Hoje, para receber a missão honrosa, a missão desafiadora de ser pré-candidata do PT à Presidência da República, dirijo à nossa liderança, a você presidente Lula, as minhas palavras de respeito e carinho. Esta é uma prova contundente da nossa confiança mútua e dos laços que nos uniram e nos unem ao povo brasileiro. Foi o compromisso com o povo brasileiro que nos uniu”, afirmou.

Ela disse que assumiu a missão "desafiadora" de ser candidata à reeleição e fez uma retrospectiva de seu governo, dizendo que enfrenta o desafio de suceder uma "lenda", referindo-se a Lula. “Eu tive uma tarefa fantástica, uma tarefa que a gente pode chamar de avassaladoramente forte, hercúlea, de suceder [o ex-presidente Lula]”, afirmou.

A presidente disse que o momento é de avançar com reformas e defendeu, em especial, a reforma politica. "Essa nova campanha na qual me colocaram como candidata exige que coloquemos como estratégica a reforma politica."

A presidente também fez referência à corrupção e disse que os governos do PT foram os que mais combateram o problema. "Antes, varria-se tudo para baixo do tapete", declarou.

Dilma também se referiu às críticas que recebeu dos adversários Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB) pelo pronunciamento do Dia do Trabalho, no qual anunciou reajuste de 10% em benefícios do programa Bolsa Família.

"Eu quero informar uma coisa a vocês para que não fiquem dúvidas levantadas pela oposição a respeito do Bolsa Familia, já que só pensam no Bolsa Familia em momentos eleitorais. Fora dos momentos eleitorais, o Bolsa Família não existe. Vou lembrá-los que nos últimos três anos e quatro meses implantamos seis grandes melhorias no Bolsa Familia que elevaram o beneficio, descontada a inflação, em 44,3%", declarou.

Ao discursar, antes de Dilma, Lula afirmou que é preciso “parar de imaginar que existe outro candidato” do partido à eleição presidencial de outubro “que não a presidente Dilma Rousseff”. “Quando a gente brinca com isso os adversários aproveitam. Não podemos gastar energia com coisa secundária. Não teremos campanha fácil”, afirmou.

Lula disse que, a partir de julho, estará “por conta da campanha” eleitoral. “Temos um pequeno problema para resolver que é o seguinte: a Dilma, por conta dos acordos da aliança, ela não vai poder ir a vários lugares. Eu não sou presidente do PT. Então, não estou subordinado aos acordos que o Rui Falcão [presidente da sigla] fez. Aonde tiver candidato do PT, eu estarei lá”, disse.

Para Lula, há uma perseguição ao PT. Segundo ele, "parece que há uma coisa pessoal" contra o ex-ministro José Dirceu, os ex-deputados José Genoino e João Paulo Cunha e o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares, presos devido a condenações no julgamento do processo do mensalão. "Mas o dado concreto é que enquanto as pessoas se preocupam em todo dia tentar veicular notícia sobre nossos companheiros presos, o mensalão mineiro voltou para BH e ninguém comenta”, declarou.

Lula elogiou o pronunciamento de 1º de Maio de Dilma em cadeia nacional de rádio e TV em que ela anunciou de 10% do Bolsa Família e correção da tabela do imposto de renda. "Acho que os trabalhadores e o PT estavam precisando ouvir esse discurso. O discurso teve tanta repercussão que nossos adversários e parte da imprensa ficaram muito nervosos. Portanto, querida, faça mais”, disse.

Ele também criticou as tentativas de criação de uma CPI para investigar denúncias envolvendo a Petrobras. “Não é possível a gente aceitar gratuitamente a tentativa da elite brasileira de tentar destruir a imagem da empresa que durante tantos anos é motivo de orgulho do nosso povo, que é a Petrobras. Sempre em época de eleições chega alguém com bilhetinho querendo criar CPI. A impressão que eu tenho é que tem gente querendo fazer caixa em época de campanha ameaçando a Petrobras.”

Lula também aproveitou o discurso para criticar a imprensa e defender a aprovação de um marco regulatório da mídia. “Temos que discutir marco regulatório para democratizar os meios de comunicação. O que causa preocupação é que o principal partido de oposição à vossa excelência [presidente Dilma] é a nossa gloriosa imprensa”, disse.

Lula encerrou o discurso dizendo: “Dilminha, se me permite chamar assim. É só você preparar a agenda que o Lulinha estará junto com você para ganhar as eleições !”, disse.

A cerimônia de abertura oficial do encontro reuniu 11 dos 37 ministros, três governadores e representantes de partidos aliados (PMDB, PDT, PSD, PTB, PP e PC do B).

Antes de discursar, o presidente do partido, Rui Falcão, pediu aos militantes da plateia que levantassem os crachás vermelhos de delegados para aprovar a indicação de Dilma como pré-candidata do PT. No discurso, cujo conteúdo havia sido distribuído anteriormente aos jornalistas pela assessoria, Rui Falcão disse que a "tarefa mais importante" do partido é reeleger Dilma presidente.

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Re: Dilma Rousseff
MensagemEnviado: 04 Mai 2014, 19:31 
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Olha como vão ser pagas as despesas que a "mãe do povo" Dilma criou :

http://oglobo.globo.com/economia/mantegatemos-uma-previsao-de-aumento-de-tributos-12375607

O aumento de impostos sobre bens de consumo pode ser uma das armas do governo para realizar o esforço fiscal prometido para 2014.

É o que disse o ministro da Fazenda, Guido Mantega, em entrevista a O GLOBO. Ele garantiu que a realização da meta de superávit primário (economia para o pagamento de juros da dívida pública) de 1,9% do Produto Interno Bruto (PIB, conjunto de bens e serviços produzidos no país) é um compromisso "irreversível" e será entregue com aumento na arrecadação ou corte nas despesas.

Segundo Guido Mantega, o gasto extra de R$ 1,3 bilhão com o reajuste de 10% no Bolsa Família este ano, que acaba de ser anunciado pela presidente Dilma Rousseff, não é expressivo e será absorvido sem prejuízo da meta fiscal.

Como o governo vai acomodar mais despesas com o aumento do Bolsa Família este ano num momento de restrições fiscais ?

Nós temos, este ano, uma receita que cobre todas as despesas, sendo que as principais estão sob controle. Os gastos de pessoal vêm caindo em relação ao PIB e, na Previdência, o déficit está controlado. Mas algumas despesas, como essa do Bolsa Família, podem subir. Não é uma despesa expressiva, e estaremos compensando isso com aumentos de arrecadação ou redução de gastos, se for necessário. O compromisso com o cumprimento de um superávit primário de 1,9% do PIB é irreversível. Vamos cumprir essa meta, e serão feitos os ajustes necessários. Já posso dizer para você que estamos fechando a arrecadação de abril, que foi boa, e vamos fazer um primário muito bom em abril, de modo que estamos cumprindo a meta fiscal. O aumento do Bolsa Família será absorvido sem nenhum comprometimento da meta fiscal.

Quais receitas podem subir ?

Temos uma previsão de aumento de alguns tributos. Foi o que aconteceu, por exemplo, na tabela de bebidas (que serve como base de cálculo para o IPI e o PIS/Cofins do setor de bebidas frias). A tributação é proporcional ao preço. Quando o setor aumenta os preços, se você não faz um reajuste da tabela, é como se o tributo tivesse caído. Não fizemos reajuste no ano passado, mas vamos fazer este ano. Isso nos trará uma receita adicional de R$ 2 bilhões a R$ 2,5 bilhões em 2014. Mas nada impede que nós possamos fazer mais redução de despesas. Já fizemos um corte de R$ 44 bilhões no Orçamento e nada impede que, se for necessário, façamos algum corte adicional para que o fiscal seja cumprido na íntegra.

O setor de bebidas criticou muito o aumento da tributação, que subiu duas vezes em menos de um mês, e, agora, ameaça aumentar os preços durante a Copa do Mundo...

No ano passado, não fizemos reajuste da tabela de preços. Demos um benefício fiscal para o setor. Agora, mexemos no redutor (que também incide sobre a base de cálculo dos tributos) e na tabela. Este é o momento adequado porque as empresas vão aumentar o faturamento (com a Copa do Mundo) e podem perfeitamente diluir isso. Essa correção é insignificante. Em média, dá uns 2,5% sobre o preço final.

Quais outros impostos podem subir ?

Haverá alteração no PIS/Cofins sobre importação. Isso nada mais é do que equalizar o tributo do bem importado ao do bem produzido no Brasil. O que também poderíamos fazer é (alterar a) tributação sobre bens de consumo. O IPI dos carros, que foi reduzido no passado, por exemplo, está sendo recomposto. Não há uma decisão ainda, o IPI dos carros poderá subir agora em junho. É esse tipo de medida. Mas, na verdade, estamos trabalhando mais com a contenção de gastos e estamos contando com a recuperação da arrecadação por conta da melhoria do crescimento econômico.

Mas o que está sendo feito concretamente para reduzir as despesas ?

O governo já fez um corte de R$ 44 bilhões na despesa. Reduzimos inclusive R$ 7 bilhões nos investimentos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). Também reduzimos transferências para estados e municípios. Temos feito ajustes de despesas à medida que for necessário.

Como estão as medidas que o governo prometeu para conter despesas com abono salarial, seguro-desemprego e auxílio doença ?

Estamos trabalhando para reduzir esses gastos. Hoje, há muita rotatividade no mercado de trabalho e isso não é bom para o governo porque acabamos gastando mais com seguro-desemprego. Estão em curso alguns ajustes, mas isso não é algo decretado pelo Ministério da Fazenda. Está sendo conversado com o Ministério do Trabalho e com as centrais sindicais. Há também o auxílio-doença, que subiu muito, e chegou a R$ 17 bilhões. Estamos estudando como fazer para reduzir essa despesa. O governo identificou aí algumas fraudes e está trabalhando para reduzir também. Ao todo, são R$ 44 bilhões de despesas com abono e seguro-desemprego e mais R$ 17 bilhões de auxílio-doença. É com esse universo que estamos trabalhando. Se conseguirmos reduzir esses gastos em 10%, 15% ou 20%, teremos uma economia importante de despesas.

Quando o governo encaminha para o Congresso proposta que flexibiliza as relações de trabalho ?

Essa proposta vem sendo discutida há algum tempo. Está sendo aperfeiçoada, mas ainda não há uma decisão. Está sendo amadurecida. Eu mesmo já fiz discussões com a CUT e com segmentos técnicos e, a princípio, a ideia é que a empresa não demita o trabalhador. Ela faz uma redução da jornada trabalhada. Uma empresa que momentaneamente passa por uma dificuldade de vendas, tem que diminuir a produção. Então, ela coloca 20% de sua força de trabalho em casa. O trabalhador continua recebendo parte do salário, e o custo é dividido pelo seguro-desemprego, pela empresa e pelo trabalhador.

Quais são as medidas que o governo estuda para ajudar o setor automotivo, que ameaça demitir por causa de problemas nas vendas ? As montadoras contavam com a manutenção do IPI reduzido...

Já existe um retorno gradual do IPI. Mas estamos olhando para as dificuldades do setor. Fizemos uma reunião com representantes do governo argentino para suprimir dificuldades na exportação de automóveis brasileiros para a Argentina. Do nosso lado, facilitar o crédito para a exportação e também para que haja algum aumento de crédito no mercado doméstico, onde houve uma redução drástica do crédito. Estamos trabalhando num fundo garantidor para melhorar a segurança dos bancos de modo que eles se sintam mais à vontade para liberar o crédito.

Quanto será colocado pelo governo nesse fundo garantidor ?

Quem vai colocar não é o governo. Será uma solução de mercado.

Enquanto isso, as montadoras ameaçam demitir...

Não vejo a necessidade de demissões no setor automotivo. Isso não ocorreu nos últimos cinco anos e não vai ser agora que vai ocorrer.

O senhor acha que as montadoras fazem um jogo baixo ao dizer que vão demitir para tirar vantagem do governo ?

Eu não acredito que qualquer setor faça jogo baixo. Os setores choram, querem condições melhores. No caso do setor automotivo, sabemos que as montadoras acumularam um pouco mais de estoque. Mas, em abril, as vendas aumentaram em relação a março.

A presidente Dilma Rousseff também anunciou uma correção de 4,5% na tabela do Imposto de Renda da Pessoa Física para 2015. No entanto, a defasagem da tabela é de mais de 60%.

Em primeiro lugar, essa correção não era obrigatória. Os governos anteriores não faziam nenhuma correção. Nós temos feito isso para manter o imposto mais baixo para os trabalhadores. Na tabela, temos que calcular uma inflação média para o ano que vem. Não sabemos de quanto ela será, mas nada melhor que o centro da meta (de 4,5%) para esse cálculo. Temos que supor que a inflação deverá ficar em torno do centro da meta.

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