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Escola do RJ nega que terá Chaves no Carnaval de 2017

A notícia de que uma escola de samba faria uma homenagem ao Chaves no Carnaval do Rio de Janeiro em 2017 agitou as redes sociais durante a segunda-feira. No entanto, enquanto a agremiação negou que a série seja tema de seu enredo, a Televisa disse que o assunto está em discussão.

Em entrevista ao site Carnavalesco, Zezo, o presidente da Santa Cruz, rechaçou a possibilidade do Chaves estar na Marquês de Sapucaí, divulgada hoje pelo jornalista Flávio Ricco, do UOL.

“Sinceramente não sei quem procurou a família e a Televisa. Eu não fui e ninguém em meu nome também. Para existir um enredo patrocinado deve-se sentar para conversar pois tem de permitir que a escola consiga colocar um bom carnaval na avenida. Tem de ser bom para os dois lados, obviamente. Essa proposta sequer passou por mim. Estamos analisando algumas possibilidades. Não há necessidade de pressa. Tenho de definir o meu samba dentro de 90 dias”, afirmou.

Enquanto isso, a diretora da Televisa Consumer & Products, Maca Rotter, afirmou em seu Twitter que há interesse no desfile, mas não para 2017.

“Saiu uma nota sobre Chaves no carnaval do Rio em 2017. Há interesse, mas pouco tempo e não participará este ano. Chaves e Chapolin com uma escola de samba é maravilhoso, mas precisa tempo. Escutamos e trabalhamos em possibilidades para 2018. Nada seguro”, disse Maca.

A Acadêmicos de Santa Cruz, com sede no bairro de mesmo nome, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, disputará em 2017 a Série A e será a última escola a desfilar na sexta-feira de carnaval.

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Texto: Antonio Felipe

Escola do RJ quer homenagear Chaves no Carnaval de 2017

Chaves e Chapolin no desfile da Viradouro, em 2010

Chaves e Chapolin no desfile da Viradouro, em 2010

Uma escola de samba do Rio de Janeiro quer levar o seriado “Chaves” para a Marquês de Sapucaí em 2017. De acordo com o jornalista Flávio Ricco, do UOL, a Acadêmicos de Santa Cruz está empenhada em contar a história da série no carnaval do próximo ano.

Segundo o colunista, a rede mexicana Televisa e familiares dos integrantes do seriado estão sendo procurados.

Se a ideia der certo, esta será a primeira vez que o personagem de Roberto Gómez Bolaños estará na avenida como tema principal de uma escola. As séries de Chespirito já foram citadas duas vezes, em 2010, pela Viradouro, e em 2013 pela Portela.

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Texto: Antonio Felipe

TBS retira Chaves da programação

tbsDepois de quase dois anos de exibição, o canal TBS vai retirar Chaves da programação.

De acordo com a grade já publicada no site do canal, a última exibição da série será na segunda-feira (23/05).

Chaves começou no TBS em julho de 2014 e não apresentou muitas novidades: todos os episódios já tinham sido exibidos no Cartoon Network entre 2010 e 2012.

A partir de terça-feira (24/05), o SBT será a única emissora brasileira a transmitir a série regularmente.

As informações podem sofrer alterações sem prévio aviso.

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Texto: Billy Drescher

Edgar Vivar apresentará evento com a Paty do Chaves em São Paulo

edgar-desafioO ator Edgar Vivar, que recentemente se apresentou em 20 cidades brasileiras com o show do Senhor Barriga, estará mais uma vez no país no próximo sábado, 14 de maio. Ele será o condutor do evento com a participação de Ana de la Macorra, a Paty.

Hoje psicóloga e escritora, Ana virá pela primeira vez ao Brasil para um encontro com fãs de Chaves, no Hotel Meliá Paulista, em São Paulo. Ela falará sobre os bastidores das séries, contará curiosidades de seus tempos no elenco de Chespirito e ainda participará de uma sessão de fotos.

Além de São Paulo, a Paty estará ainda em Curitiba, onde participa do evento Shinobi Spirit, no domingo, dia 15 de maio.

Todas as informações sobre ingressos e pontos de venda estão disponíveis aqui.

Texto: Antonio Felipe

Maria Antonieta de las Nieves inicia sua turnê de despedida no México

Foto: Excelsior

Foto: Excelsior

A comediante Maria Antonieta de las Nieves deu início à etapa mexicana de sua turnê de despedida da Chiquinha, personagem que vem interpretando há mais de 40 anos, desde que entrou para o elenco de Chespirito, no seriado “Chaves”.

A atriz se apresentou diante de centenas de pessoas no último dia 2 de maio, no Palácio de los Deportes, na Cidade do México, comemorando o Dia das Crianças naquele país. Durante o show, ela agradeceu ao público por seu carinho e apoio em mais de quatro décadas.

“Este é o começo de uma nova era para a Chiquinha”, disse a artista, que em diversas ocasiões não conseguiu conter as lágrimas pela emoção e tristeza de dizer adeus aos seus fãs.

“Há trinta e tantos anos que não trabalho na Cidade do México. Esperei muito tempo e nesse tempo visitei todo o México, América Central e do Sul, Estados Unidos, e por fim estou em minha pátria e com o melhor público do mundo”, acrescentou.

Há alguns dias, Maria declarou à imprensa que, depois de 45 anos, tomou a decisão de se despedir da Chiquinha para dedicar-se ao marido, Gabriel Fernández, que sofre de problemas auditividos e recebe tratamento médico há alguns anos.

“Já que estamos aqui, quero que agradeçamos ao meu empresário, produtor, à pessoa que trabalhou em todas as apresentações comigo. E se agorinha não está comigo é porque tem um problema no ouvido que lhe provoca enjoos”, afirmou.

Nos próximos meses, de las Nieves fará uma longa turnê pelo interior do México, para depois fazer escalas nas Américas Central e do Sul, além dos Estados Unidos.

“Iremos a todos os lugares belos que conheci, mas só haverá uma apresentação. Assim que quero me despedir de minha gente bonita”, disse.

Sem poder evitar a emoção, a atriz comentou que não imaginava que seria tão emocionante a despedida na Cidade do México.

“Vou lhes deixar todo o meu coração e quero que sigam nos vendo na televisão”, expressou emocionada. “A Chiquinha nunca morrerá, enquanto existam pessoas que nos aplaudam, completou.

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Texto: Excelsior, traduzido por Antonio Felipe

Florinda Meza participa de homenagem a Chespirito no Panamá

florinda-panamaA atriz Florinda Meza, viúva do escritor Roberto Gómez Bolaños, criador do Chaves e Chapolin, está no Panamá, onde participa de atividades pelo Dia do Desenhista, comemorado este sábado, 7 de maio.

No país, ela inaugurou a mostra de caricaturas chamada “Homenagem a Roberto Gómez Bolaños”, uma exposição internacional que foi apresentada em quatro países, composta por caricaturas feitas por Chespirito, além de outras recriadas por artistas nacionais e estrangeiros, alusivas aos personagens do comediante.

Em entrevista, Florinda disse estar emocionada por sua visita ao Panamá. Também disse que segue de luto pela perda de seu marido. Ela lembrou que Bolaños foi desenhista de um jornal mexicano em 1952.

“Roberto também foi desenhista durante um bom tempo em um jornal muito importante do México. Mas teve que deixar o cargo porque não podia com tudo, fazia publicidade, jingles, desenhos com storyboard, desenhava todo o comercial, e também fazia programas para rádio. Além disso, tinha que fazer programas para televisão. Então, não era possível seguir com o compromisso no jornal. Era um grande pintor, pintava a óleo, aquarela, com giz, caneta, também fazia desenhos em preto e branco, em tinta, como uma espécie de caligrafia”, disse.

No país, a atriz afirmou que segue trabalhando para levar a obra “La Reina Madre” à Broadway. A comédia musical conta a história de Hannah, mãe de Charles Chaplin.

“Agora o melhor produtor da Broadway, Ken Davenport, quer fazer a peça e devo buscar patrocinadores porque custa muito investir nesse circuito teatral”, disse.

Além de “La Reina Madre”, Florinda pensa em lançar outras obras de Bolaños.

“Mas somente as que ele me deixou, porque a maioria da produção literária foi herdada por seu filho, Roberto Gómez Fernández”.

Na conversa com os jornalistas, Florinda disse ainda que o papel mais complicado de fazer foi o de Dona Florinda, já que aos 23 anos tinha que atuar como uma mulher de 40, viúva e mãe solteira.

“Em 1972 começou o Chaves e fazer uma mulher madura foi difícil, por interpretar uma dona de casa. É mais fácil fazer uma menina ou uma anciã quando é muito jovem”, expressou.

A atriz admitiu que gostaria de se dedicar a vários projetos artísticos, mas não conseguiu por não superar ainda o luto por seu marido, falecido em 28 de novembro de 2014.

“Lembro de Chespirito todos os dias e sonho com ele a cada noite. Sinto muita falta dele, trato de ocupar minha mente em outra coisa, mas não posso, se foi a minha alma e não encontro sentido em muitas coisas”, confessou.

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Texto: Antonio Felipe, com agências do Panamá

Florinda Meza diz que Ramón Valdés, o Seu Madruga, tinha problemas com o álcool

Reprodução/Univision

Reprodução/Univision

Em entrevista à rede hispânica Univision, dos Estados Unidos, a atriz Florinda Meza disse que Ramón Valdés, o Seu Madruga, teve problemas com álcool. A declaração se soma àquelas dadas ao Programa do Gugu, em março, quando a intérprete da Dona Florinda afirmou que Ramón usava drogas.

Florinda, contudo, não falou de outras drogas durante a entrevista ao jornalista Gustavo Infante, do programa El Gordo y la Flaca. Ela se referiu apenas à bebida.

“O que mais danificou… Nesse caso, seu fígado, ou as duas coisas o prejudicaram. Você sabe que o álcool em excesso cria cirrose e problemas hepáticos. Ele tinha problemas com o fígado, o pâncreas”, disse a atriz.

Meza salientou que os supostos problemas de Ramón com a bebida nunca dificultaram as gravações das séries “Chaves” e “Chapolin”.

“Ramón queria tanto a Roberto, o respeitava tanto, que nunca, nunca falhou com o programa. Soube controlar até algo muito difícil como álcool, porque veja que é difícil controlar o álcool. Nunca paramos porque Ramón chegou em mau estado ou porque faltou à gravação”, afirmou.

A família de Ramón Valdés, no entanto, havia negado que o intérprete do Seu Madruga tivesse problemas com a bebida. Em entrevista ao Ventaneando, da TV Azteca, seu filho Esteban afirmou que o ator não sofria de alcoolismo.

“Ele não tinha nenhum problema de alcoolismo crônico como menciona essa senhora [Florinda]. Sim, ele bebia. Mas não era diário”, contou.

Confira a entrevista de Florinda Meza:

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Texto: Antonio Felipe

Roberto Gómez Fernández pede respeito à memória de Ramón Valdés

Roberto Gómez Fernández (foto: divulgação)

Roberto Gómez Fernández (foto: divulgação)

O produtor Roberto Gómez Fernández pediu respeito à memória de Ramón Valdés, assim como para toda a sua família, e desejou que o ator seja lembrado com amor pelo legado que deixou.

O filho de Chespirito não pretende entrar na polêmica após as recentes declarações que fez Florinda Meza ao Programa do Gugu, afirmando que o Seu Madruga teve problemas com drogas.

Fernández pediu para se respeitar a memória do ator, que por anos trabalhou com Roberto Gómez Bolaños no seriado “Chaves”.

“Essa situação não é algo que eu desejo opinar, mas quero que Ramón, assim como toda a sua família, sejam lembrados com todo o carinho do mundo”, disse o produtor, após acrescentar que Ramón foi um dos comediantes preferidos de seu pai.

“Meu pai adorava trabalhar com ele e creio que há que lembrá-lo com amor. É o que deve ficar por respeito à sua família, disse Fernández, que teve a oportunidade de conviver com o comediante, falecido em 1988.

Ele afirmou que lembra de Valdés como uma pessoa graciosa, alegre, dentro e fora do set. Além disso, “que eu saiba, nunca teve problemas com drogas”.

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Texto: Notimex, traduzido por Antonio Felipe

Filhos de Ramón Valdés estudam processar Florinda Meza

A polêmica envolvendo as declarações de Florinda Meza sobre Ramón Valdés continua. Em entrevista ao programa Ventaneando, da TV Azteca, os filhos do intérprete do Seu Madruga dizem que estudam processar a eterna Dona Florinda, após ela dizer ao Programa do Gugu que Ramón usava drogas.

“Agora creio que não falaremos desse tema, mas sim, estamos checando”, disse Araceli Valdés, uma das filhas do ator. “Não te digo que não. Deixamos pendente, mas se é necessário e se aplica, então provavelmente sim”, disse Esteban Valdés sobre um processo para que Florinda se retrate das declarações.

Na entrevista, Araceli destacou que, se Ramón usasse drogas, não poderia trabalhar no ritmo em que aconteciam as gravações dos seriados Chaves e Chapolin.

“Meu pai trabalhava três, quatro vezes por semana, eram gravações de oito horas. Então, eu creio que uma pessoa drogada não poderia fazer esse trabalho”, afirmou. Ela complementou dizendo que, se Ramón fosse a pessoa que Florinda descreveu “de forma obviamente mentirosa”, Roberto Gómez Bolaños o teria despedido.

A filha do ator também se disse preocupada com o impacto disso junto às crianças que são fãs das séries: “E as crianças, por exemplo, que seguem o programa? ‘Ah, então sou fã de um drogado?’ Então isso é algo que também me passou pela mente”, expressou.

Para Gabriela Valdés, outra filha do Seu Madruga, essa foi “a pior bofetada que [Florinda] poderia ter dado em meu pai”. Esteban complementou: “Eu não sei o que há em seu coração, não posso dizer quais os motivos que ela tenha para dizer algo assim tão sério e tão grave”.

Confira mais na entrevista:

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Texto: Antonio Felipe

Carlos Villagrán diz que Ramón Valdés não usava drogas

kiko-fortalezaCarlos Villagrán, o Kiko, volta nos próximos dias à Bolívia, onde fará uma série de shows na cidade de Santa Cruz de la Sierra.

Antes de embarcar no avião que o levará à Bolivia, o ator falou ao jornal El Deber sobre suas lembranças do país, sobre a carreira e ainda negou que Ramón Valdés, o Seu Madruga, usasse drogas.

O que você lembra da cidade?
Tenho tudo na memória, porque na última vez que fui havia muita gente bonita e vegetação.. esse verde na cidade. Me surpreendeu. Também lembro que havia muita gente andando de bicicleta.

Você vem com um show que soa como uma despedida e as pessoas querem te convidar para comer e beber…
Afortunadamente como de tudo. A comida me fascina! É uma das coisas mais sobressaem da minha personalidade. Desfrutei das comidas da Argentina, Peru, Chile…

Aqui comerá um majao [prato típico da Bolívia]…
Sim! Lembro do majao de Santa Cruz de la Sierra… Colocam banana frita, não?

Sim. O que você nos traz?
Levo alegria através das coisas que o Kiko faz. Levo o Kiko eterno, o que todo mundo quer ver e vê-lo cara a cara não é o mesmo que na TV. Kiko não sabe fazer nada, só arrancar risadas do público. Estou exageradamente agradecido com Santa Cruz. É extraordinário! E minha experiência com vocês ficará marcada no livro que estou fazendo.

Qual é seu segredo para se manter vigente?
É um favor de Deus. Tenho 72 anos e as pessoas me dizem que não pareço dessa idade. Quando vou ao palco é exatamente o mesmo Kiko. Não posso iludir as pessoas, devo atuar com a idade do Kiko. Saio para correr, faço exercícios, tomo vitaminas, quase nunca fico doente… Tenho a sorte de que as pessoas gostem do personagem.

Como fará para se desprender de um personagem tão querido como Kiko?
É um pouco difícil, porque todos temos uma criança interior e fiz tantas vezes esse personagem que sou um menino com um adulto dentro. Estou tão cheio de lembranças e de tantas coisas que a vida me presentou através do púbico, que ao deixar o Kiko nem sequer vou sentir algo. Viverei com minhas lembranças.

Kiko lhe deu a possibilidade de viver comodamente durante todo esse tempo?
Sim, mas tampouco sou milionário. Vivo bem, mas minha vida é comum e corrente, não há nada extraordinário.

Recentemente Florinda Meza disse que Ramón Valdés usou drogas. O que você opina? É verdade?
É deplorável o que ela disse, porque está falando de uma pessoa morta que não pode se defender, independentemente de qualquer assunto que seja. Não sei qual foi o motivo, a causa, a razão ou a circunstância que a levou a dizer uma barbaridade tão grande, tendo sido companheiro do programa. Não entendo. Ela tem a culpa do que diz. São suas palavras e deve responder por isso, não Ramón Valdés, que já está debaixo da terra. A mim me consta [que ele não usou drogas] porque fui seu melhor amigo. Que bem que me pergunte, porque muita gente perguntou… e posso dizer que tudo o que Florinda Meza disse é mentira. Não sei o que a obrigou [a dizer isso], porque não convivo com ela e estou surpreso com essa declaração.

Como é sua relação com Florinda Meza?
A verdade é que faz… Faz 35 anos que não tenho nenhuma relação com ela.

Haverá reconciliação?
Não sei, não creio, talvez pelo tempo. Não quero mentir ao meu público porque graças a eles eu como e meus filhos comem. E façam o favor de me ver. Não haverá reconciliação, já passou muito tempo. Há atores que já não estão conosco, como a Bruxa, Godinez, Jaiminho, Roberto… A reconciliação nem sequer foi considerada, e para quê? Quando Roberto Gómez Bolaños decidiu que todos os personagens seriam seus, surgiu uma inconformidade em todo o grupo e prova disso está quando me tiraram do programa e depois ao Seu Madruga. Se tirava o Kiko e Seu Madruga, Dona Florinda ficava sem filho e sem ninguém a quem bater. Sem Seu Madruga, tudo vinha abaixo. A Bruxa ficava sem uma razão de viver na vila e o Senhor Barriga não tinha a quem cobrar o aluguel. O Chaves ficava desprotegido e a Chiquinha, órfã. Tudo se desintegrou pela ambição de Roberto. Ele nos tirou os personagens e se adonou de tudo. Hoje ninguém recebe nem cinco centavos do que o programa gera.

Mas o programa pregava a boa vizinhança…
Não tenho ódio nem rancor, simplesmente que na mesma vida se geram essas coisas. É muito difícil nos juntarmos todos, a vida nos separou e agora cada um tem que trabalhar por conta própria. Com Maria Antonieta jantei outra vez e também falei com o Senhor Barriga em seu aniversário.

28 de novembro de 2014, o que diz?
É a morte de Roberto. Lembrarei dele como amigo, companheiro, mestre. Foi tanto tempo que fizemos o programa e compartilhamos risadas na hora de comer, ou a passamos de maneira genial em todas as reuniões.

Quico ou Kiko, como prefere seu nome?
Me tiraram do programa e passei a usar Kiko, com K, é igual. As bochechas são iguais, o personagem é o mesmo.

O governo mexicano prendeu “El Chapo” Guzmán, mas seu país segue vivendo dias terríveis…
Fiquei feliz que tenham prendido “El Chapo” Guzmán. Se Kate del Castillo está envolvida nesse tema, pois tem que responder por isso, ela é responsável por tudo o que diz ante à imprensa…

Que lhe parece o presidente Evo Morales?
É um presidente que reivindicou os direitos dos indígenas e eu estou a favor do indigenismo. Parece-me bem.

No entanto um referendo não permitiu sua reeleição e os analistas dizem que o socialismo já não funciona na América Latina.
É que nunca funcionou como tal. Por exemplo, todos esperamos que melhorem as relações entre Cuba e Estados Unidos.

Você tem seis filhos. Algum deles seguirá seus passos?
Vou te contar algo: eu queria ser jogador de futebol e a segunda opção era ser comediante. Virei ator porque era mais fácil. Quando aparece Carlos Villagrán como ator e depois desaparece, se você busca, não vai encontrar outro nem antes, nem depois. Não tem nem antecessor, nem sucessor, aparece e desaparece. Será decisão de cada um deles, mas meus filhos já são muito grandes.

Sonhou em deixar um museu sobre sua vida?
Não sou vaidoso para isso.

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Texto: El Deber, traduzido por Antonio Felipe