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Florinda Meza participa de homenagem a Chespirito no Panamá

florinda-panamaA atriz Florinda Meza, viúva do escritor Roberto Gómez Bolaños, criador do Chaves e Chapolin, está no Panamá, onde participa de atividades pelo Dia do Desenhista, comemorado este sábado, 7 de maio.

No país, ela inaugurou a mostra de caricaturas chamada “Homenagem a Roberto Gómez Bolaños”, uma exposição internacional que foi apresentada em quatro países, composta por caricaturas feitas por Chespirito, além de outras recriadas por artistas nacionais e estrangeiros, alusivas aos personagens do comediante.

Em entrevista, Florinda disse estar emocionada por sua visita ao Panamá. Também disse que segue de luto pela perda de seu marido. Ela lembrou que Bolaños foi desenhista de um jornal mexicano em 1952.

“Roberto também foi desenhista durante um bom tempo em um jornal muito importante do México. Mas teve que deixar o cargo porque não podia com tudo, fazia publicidade, jingles, desenhos com storyboard, desenhava todo o comercial, e também fazia programas para rádio. Além disso, tinha que fazer programas para televisão. Então, não era possível seguir com o compromisso no jornal. Era um grande pintor, pintava a óleo, aquarela, com giz, caneta, também fazia desenhos em preto e branco, em tinta, como uma espécie de caligrafia”, disse.

No país, a atriz afirmou que segue trabalhando para levar a obra “La Reina Madre” à Broadway. A comédia musical conta a história de Hannah, mãe de Charles Chaplin.

“Agora o melhor produtor da Broadway, Ken Davenport, quer fazer a peça e devo buscar patrocinadores porque custa muito investir nesse circuito teatral”, disse.

Além de “La Reina Madre”, Florinda pensa em lançar outras obras de Bolaños.

“Mas somente as que ele me deixou, porque a maioria da produção literária foi herdada por seu filho, Roberto Gómez Fernández”.

Na conversa com os jornalistas, Florinda disse ainda que o papel mais complicado de fazer foi o de Dona Florinda, já que aos 23 anos tinha que atuar como uma mulher de 40, viúva e mãe solteira.

“Em 1972 começou o Chaves e fazer uma mulher madura foi difícil, por interpretar uma dona de casa. É mais fácil fazer uma menina ou uma anciã quando é muito jovem”, expressou.

A atriz admitiu que gostaria de se dedicar a vários projetos artísticos, mas não conseguiu por não superar ainda o luto por seu marido, falecido em 28 de novembro de 2014.

“Lembro de Chespirito todos os dias e sonho com ele a cada noite. Sinto muita falta dele, trato de ocupar minha mente em outra coisa, mas não posso, se foi a minha alma e não encontro sentido em muitas coisas”, confessou.

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Texto: Antonio Felipe, com agências do Panamá

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