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Carlos Villagrán, o Kiko, nega que queira entrar para a política

Foto: Manuela Scarpa/Photo Rio News

Foto: Manuela Scarpa/Photo Rio News

O ator Carlos Villagrán, intérprete do Kiko, declarou-se apolítico e desmentiu que tenha tido algum tipo de aproximação com um partido, especificamente com o Partido Encuentro Social (PES) em Querétaro. Além disso, esclareceu que sua profissão é fazer as pessoas rirem.

A declaração foi feita após o secretário de organização do PES no estado mexicano, Antonio Zumaya de la Mora, ter dito que estava conversando com o comediante para uma possível candidatura a um cargo na eleição de 7 de junho.

Em entrevista para El Universal, Villagrán disse que não tinha conhecimento dessas declarações e soube disso através de uma mensagem que uma de suas filhas lhe enviou, perguntando-lhe sobre a informação que estava circulando na mídia.

“Ninguém falou comigo, não conheço ninguém [do partido], sou apolítico, não posso falar de uma coisa que não conheço. Minha profissão é fazer as pessoas rirem, então isso é totalmente falso”.

“Agora já disseram outra coisa, e não sei se estão jogando ou se está rindo de nós, tanto dos jornalistas como de mim, porque já deram uma notícia de que fui eu quem os buscou, não sei o que estão fazendo, mas é totalmente falso”, comentou.

Villagrán deixou claro que não lhe interessa ter aproximação com a política e, caso algum partido o convide para ser candidato, seria uma proposta que rechaçaria de imediato.

Ao questionar se o ator conhecia o secretário de organização do PES no estado, Antonio Zumaya, ou alguns integrantes do partido, disse: “Não os conheço, não sabia seu nome até que chegou o Whatsapp de minha filha, e depois de meus outros filhos”, afirmou.

Sobre a política, disse que como cidadão vê como o povo está sofrendo, a insegurança que há no país, além das falsas promessas dos políticos.

Carlos descartou ainda que vá solicitar um esclarecimento público ao PES no estado por ter divulgado uma informação falsa.

O dirigente estatal do PES, Gustavo Buenrostro, aceitou que não existiu uma aproximação oficial entre o partido e o comediante, e foi unicamente uma declaração de Antonio Zumaya de la Mora. No entanto, assegurou que o partido, recém criado, está aberto a todos os cidadãos.

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Texto: El Universal, traduzido por Antonio Felipe

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